Mensagens

Acabei de traumatizar o meu filho!

Comprei-lhe roupa na secção de menina!

Declaração de Amor - Take XLVI

Tu és a minha maior prova de fé.

18 de Outubro

A noite do por trás!

Porto (de Abrigo)

Querida Ana,
Demorei muito tempo a conseguir escrever-te. As palavras só são o meu forte para fora, para dentro parecem sufocar e converter-se em silêncios cheios de buracos e preenchidos de vazios.
Se não o fiz antes não foi por falta de amor, ao contrário do que possas pensar. Foi pela minha incapacidade em expressar o amor que sinto por ti, Ana. Levei algum tempo, tu dirás mais do que o necessário sempre. Essa tua pressa em chegar ao Destino que muitas vezes te impede de disfrutar a viagem. Pois bem, aqui estamos chegados ao ponto em que precisas de ler que eu te amo. Incondicional, verdadeira, genuina e ardentemente.
És tu a mulher da minha vida. Sempre foste tu, ainda que tenhas demorado a perceber isso. Ainda que tantas pessoas te possam ter magoado, este foi o teu caminho que te trouxe de volta a mim! Podia perder-me a escrever incontáveis palavras de apreço que sinto por todas as qualidades que tu melhor que ninguém sabes possuir. Podia perder-me a re-escrever tudo o que me faz a…

Depois de ontem:

O Outono foi oficialmente autorizado a chegar.

17 de Outubro

O dia de estender os a-braços ao Universo!

Novo título:

Promotora de felizes acasos!

Declaração de Amor - Take XLV

Tu és o meu Super-Homem, eu sou a tua Mulher Maravilha.

Ai Universo...

Parece que finalmente voltámos a falar a mesma língua!

É por isso que tento muito.

Eu prefiro sempre arrepender-me do que fiz do que o que deixei por fazer.

No cinema aprende-se:

Que a última fila da sala de cinema é a fila dos namorados.

Sou uma poetisa eu!

Eu continuo a querer-te na minha vida mas não deste modo braseira. Não precisa de ser um incêndio, mas dava jeito que o lume estivesse mais forte. Forte o suficente para aquecer, transpirar mas sem queimar.

No almoço aprende-se:

Que não sou mulher de casar, mas sim de acasalar!

Becoming...

Imagem
A sun goddess.

Auto-punição.

Há mais ou menos um ano atrás, ainda que inconscientemente, dei início a um processo de auto-flagelação pessoal, em que quase diariamente me batia e espancava mentalmente pelo que era. Não foi consciente mas passei praticamente 365 dias a achar que precisava de me auto-disciplinar fortemente, e provavelmente da pior maneira possível, para deixar de ser quem era e para moldar a minha personalidade de forma a que nunca mais voltasse a passar por um processo de mágoa do qual me senti a maior das vítimas.
Deixei de ser quem era, perdi alegria de viver, senti-me o pior dos seres humanos à face da terra, cumpria todas as obrigações esperadas de mim e pelo meio tentava sempre que possível anestesiar-me da dor. A dor, essa dor excruciante que me consumiu a carne, os músculos, os ossos, os tendões, os órgãos.
E não há melhor carrasco do que nós próprios, porque se cá dentro é cada um a dançar com os seus fantasmas, a nossa cabeça é perita em transformá-los nos piores monstros de que há memória.
N…