Aceitam-se...



... Bilhetes para Cuba.


Um dia escrevi assim IV - Paixão é fast food...



Se fosse procurar a definição de paixão no dicionário, encontraria definições como: sentimento excessivo, amor ardente, entusiasmo, grande mágoa, objecto de grande afeição, vício dominador, parcialidade, afecto violento, cólera e alucinação. Encontraria também referência a partes do Evangelho e ainda ao martírio de Cristo.

Mas este post pode ser uma espécie de definição pessoal. Daquelas que não vêm no dicionário e que ninguém entende e provavelmente que ninguém concorda. Mas para mim, paixão é fast food...

Paixão é aquele sentimento incompreensível e inexplicável que nos ataca ao longo da vida. Não só por pessoas, mas também por objectos, animais e tantas coisas mais.

É um sentimento livre, puro, que nos atormenta e nos tira o sono. Mas acima de tudo, é um sentimento que nos consome e que nos fazer desejar alguma coisa, com uma intensidade tal que nos invade o pensamento e ocupa todos os recantos da alma.

É algo que vai e vem. De forma rápida e mortal. Podemos apaixonarmo-nos várias vezes, por muitas coisas e de várias maneiras.

Mas a paixão é sempre igual. Vem, aparece, leva-nos à loucura e vai embora...

Hoje em dia, a paixão aparece de forma muito rápida e consome-se num instante. Paixão é fast food!

Não é como aquela comida caseira de antigamente, que levava muito tempo a preparar, saboreava-se com vontade e digeria-se de forma lenta, porque era uma comida pesada.

Hoje em dia, paixão é fast food. Vemos, olhamos, apetece-nos, dá-nos vontade e vamos comprar para comer. Em pé, no carro, num banco de jardim, em casa, no trabalho, nas escadas e por aí fora. Comemos rápido, porque temos sempre falta de tempo, mastigamos sem saborear, porque afinal tudo sabe à mesma coisa e deitamos os restos no lixo.

Nem nos preocupamos se estava bom ou não. Afinal, limitámo-nos a mastigar e digerimos na corrida do dia-a-dia.

Já não nos sentamos à mesa do restaurante, já não pedimos a ementa, já não escolhemos o que nos apetece, já não comemos entradas, já não nos deliciamos com aquilo que nos estava mesmo a apetecer, já não repetimos a dose, já não arranjamos mais espaço para a sobremesa, já não tomamos café. Apenas continuamos a pagar a conta, porque afinal de contas, comida é comida é há que pagar para comer.

Há uns dias, talvez semanas, um amigo que muito estimo e que não vou esquecer, porque afinal a vida proporciona-nos o conhecimento de pessoas maravilhosas, dizia (e passo a citar): “Custa mais ter uma fixa do manter uma a dias!”. Ainda bem, que sei que a frase saiu em tom de brincadeira, embora me pareça que é mesmo assim.

Preferimos comer vários tipos de comida ao longo da semana, do que cozinhar de forma a comermos duas ou três vezes.

Não nos importa que saiba tudo ao mesmo e que a comida não preste nem faça bem à saúde, o que importa é que seja rápido, na hora em que nos apetece, na altura em que queremos. É um sentimento de posse que não conseguimos controlar. Queremos e queremos já, de preferência para ontem, como se costuma dizer.

Hoje em dia, a paixão é fast food…

Escrito dia 8 de Agosto de 2006


O que eles fazem para ter um pouco da minha atenção - Parte II

...
A vontade de receber um presente meu é tão grande, que ELE já ensaia e tudo!!!

Acredita em mim...


Acredita em mim quando te disser que morri.

Não lamentes as palavras que disseste e menos ainda as que nunca te escaparam dos lábios.

Apenas acredita que não me voltarás mais a ver. Que a vida te pregou a maior rasteira de todas e me baniu para sempre da vida que tentaste criar.

Quando te disser que morri, é porque as palavras se esgotaram nas tentativas vazias da esperança que alimentava num destino diferente.

Acredita em mim mais do que nunca e desiste de tentares adivinhar o mundo e perceber os intricados vazios que eu tentei preencher.

Acredita em mim quando te disser que morri, pois nessa frase encerrarei o passado num presente sem futuro.

Quando te disser que morri é porque morri.

Nunca mais voltarei a viver para ti...



Publicado originalmente no dia 28 de Outubro de 2006 às 23h:29m.

O que me magoa...



O que me magoa não é que não me respondas...


O que me magoa é que a ausência da tua resposta destrua a imagem que eu tenho de ti...


Como explicar à mãe que fumar é o pior dos males...



Ora pois bem, aqui vai mais um conselho à borla! Fruto de árdua investigação social e apurados conhecimentos teóricos e práticos sobre esta matéria.

Sim, porque como eu já disse e vocês sabem, eu faço tudo isto em prol da melhoria da humanidade sem olhar ao meu próprio prejuízo. A minha compensação dos danos é apenas o vosso bem-estar.

Pois bem, no passado fim-de-semana, a minha mãe resolver armar-se em moralista mais uma vez comigo e iniciou o seu-tão-já-batido-sermão-sobre-os-malefícios-do-tabaco-para-a-minha-vida. O assunto não era novo e a repetição inicou-se como sempre:

"Fumar faz mal e tal... Andas a gastar muito dinheiro e tal... Estragas os dentes e tal... Ainda arranjas um cancro e tal... E tal, e tal e tal..."

Como isto não indiciava nada de novo, eu resolvi acabar com o assunto de outra maneira:

"Mãezinha, eu não sou alcoólica nem sou toxicodependente. Por isso fumar é o menor dos males que me podes desejar! Devias era agradecer a Deus/a por eu só fumar! Já viste o privilégio que tens? Não tens de me levar a centros de desintoxicação nem a reuniões dos Alcoólicos Anónimos!".

Claro que depois disto a minha mãe desatou a rir e o assunto ficou encerrado.

Já viram como é simples explicar aos pais que fumar é o pior dos males?!

Estranho...



Deu-me uma súbita vontade de fazer anos hoje!!!


O que eles fazem para ter um pouco da minha atenção...



Ou nas palavras dele:


"Um anónimo presunçoso acabou de tentar ludibriar o meu concurso, com recurso a técnicas pouco lícitas..."


P.S. Como podem ver é mentira!!!

Adoro-te, meu MC!



" Todos nós temos dias maus e em que estamos mais em baixo... E não devemos encará-los com tristeza mas com seriedade e confiança de que dias melhores virão...

E se este está a ser mau talvez seja por um motivo... E afinal de contas todos nossos dias NÃO podem ser bons... Os dias maus também servem para nos relembrar dos bons dias que tivemos... E nesses dias podes-te lembrar de várias coisas...

A mim já me veio muitas vezes a ideia de ti e da tua boa influência na minha vida... Da forma "estranha" como entraste nela... Guardaste-me um lugar físico e psicológico...

Acho que desde o início que estou no teu coração e tu no meu... É estranho eu sei mas é o que sinto... E acho que tu entendes... Minha alma gémea...

E o facto de saber TANTO sobre ti a mim não me incomoda nada ;) e como sabes adoro-te muito e penso muito muito em ti... E tu sabe-lo bem...
Mas o que interessa é que nunca esqueças a pessoa fantástica e querida que és e não te deixes abater por todas as adversidades que te aparecem...

Já conseguiste e passaste muito até agora e sei que esta "fase" também vai passar a acabar por te fortalecer...

Porque tu és uma grander mulher ;)

Adoro te muito muito muito muito, um grande kiss do teu sempre,


Comentador de Serviço "

Lição n.º 5



Algumas das melhores coisas da vida, são erros crassos.

Porque me apetece...




Então é assim:

1- A neura já me passou!

2- Alguém contribui e muito para isso! Como eu já disse algumas vezes, uma noite bem passada pode (e deve!) fazer milagres por nós.

3- Fui passear até Aveiro e estive na praia, o que ajudou a animar o espírito.

4- Disse o que me apeteceu a algumas pessoas. Queria que alguns soubessem certas coisas. Talvez tenha sido uma forma de manipulação, mas quero que se lixe! O que tem de ser, tem muita força!!!

5- Descobri que tenho uma obsessão!


Por tudo isto, resolvi ser uma mãos largas e arma-me em pretensiosa mais uma vez!!!

E como me apetece que as visitas ali no contador disparem, mais uma vez vou oferecer um presente.

O visitante nº 10 000, vai ter direito a uma presente personalizado.

O último a ter direito a uma coisas destas, o visitante nº 1 000 , teve direito à minha companhia já várias vezes e tornou-se num belíssimo amigo com quem sabe bem partilhar almoços, jantares, conversas e acima de tudo pensamentos.

Agora vejam lá o que fazem da vossa vida. Ah! É favor enviar o comprovativo da dita visita para o e-mail que está aí ao lado, senão nada feito!

É que a mim deu-me para a puta da mania! Outra vez!!!

Way to hapiness...




Porque a vida não tem de ser a preto e branco...


A bela da piada... (Já me dói a barriga de tanto rir!!!)

Your True Love Will Find You Eventually

You definitely put yourself out there a little - but you could be doing more.
If you're truly looking for love, try doing more things and meeting more people.
You don't have to actively look for love, you just need to stay active.
Be out there a little more, and the right person will find you!
P.S. A imagem tinha de ter uns ratos!!! É para serem comidos pela gata...

Lição n.º 4



Quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele.

Porquê?!



Gostei de me rever nas palavras de alguém que não me conhece.

Continua a buscar o teu Sentido das Coisas, pois só tu é que o podes encontrar...

Se um dia destes quiseres eu teria muito gosto em te receber.

Concordo contigo quando afirmas que as coisas não acontecem por acaso, meramente porque sim.

Vou-te continuar a ler, e vou-te continuar a escrever.

Espero que um dia venhamos a ter a oportunidade de nos sentarmos e conversarmos sobre estes e muitos outros temas.

É bom encontrarmos quem partilhe das nossas ideias, quem se identifiqe connosco e com quem nos identificamos.

Ainda temos tanta coisa para saber um do outro...

Mas o que verdadeiramente importa é a nossa família e aqueles que nos querem bem.

És um doce!

É bom sabermos que temos o condão de fazer as pessoas felizes.

É que eu tenho o lado feminino bastante desenvolvido...

Meu doce, vais-me estragar com tanto mimo...

Chegaremos ao Verão quando passar este Inverno, e a Primavera, e já te tiveres deliciado com este repasto, a banhoca e a massagem. Mas, por enquanto, ficamos pelo Inverno.

Também gosto de ti. Animas-me. Divertes-me. Mimas-me. Tenho medo de te ir visitar, tenho medo de não voltar...

Tu é que não gostaste da parte de mim que ali se mostrou...

És tão querida, tão fofa, tão doce que dá vontade de agarrar e apertar junto ao peito. E suspirar... Horas... Ficava horas contigo ao colo só a trocar carícias contigo e a segredar-te palavras ternas.

Para te abraçar e te encher de beijos, mas por outro tenho medo... Não sei bem de quê. Talvez de me apaixonar, talvez de não me apaixonar. Talvez de não sentir, talvez de tu não sentires.

Que o teu anjo te apareça nos teus sonhos e te aconchegue durante a noite.

Porque se fosses friorenta, eu podia fazer-te companhia para não teres frio durante a noite...

Custa-me sempre deixar-te.

Quero que me conheças aos poucos. O bom e o mau. Porque todos somos feitos da mesma matéria. Todos temos feitios. É tudo uma questão de compatibilidade.

Se não quiseres responder estás à vontade, gosto de ti à mesma.

Preferias um gato à janela, daqueles que fazem ronron e massagens à dona? Eu conheço um assim...

Se eu me quiser afastar de ti, eu digo-to.

Também gostei de te ouvir. Desculpa ter sido frio, mas não dava para estar a falar.

Obrigado por tudo, meu doce.

Acho que tenho à vontade suficiente para te dizer tudo o que me for na alma.

Isso é tudo para me pores num comboio?

Eu tenho muito mimo, para te dar.

Eu quero um bocadinho de ti. Um bocadinho à tua escolha, para me fazer companhia... Não sou exigente. E sei que seja qual for esse bocadinho vou ficar bem servido.

Os teus fans interessam-me para ver o impacto que as tuas palavras têm nos outros.

Queria-te dar massagens seguida de colinho, com muitas festinhas no cabelo, beijos no pescoço, umas trincas nas orelhas. Depois tapava-te com um cobertor e ficava a ver-te dormir...

Eu não estou assim tão envolvido como tu. E há outra coisa, eu preciso de espaço. Muito.

Meu doce, hás-de ter notícias minha em breve.

Vou responder que é a capacidade de sentir.

Onde andas? Já estou a caminho daí.

Também te peço que não ignores a minha vontade, de não falar.

Entendido, já podes parar.

Adiado ad eternum.

[ Silêncio ]


Lição n.º 3



Quando achares que bateste no fundo, lembra-te que podes sempre descer um pouco mais...


Take a chance...



SIM OU NÃO?


Dor...



Quantas mais facadas terei de levar até que deixe de doer?


Um dia escrevi assim III - Dois monólogos não fazem um diálogo...



É isso mesmo, Diogo! Já devias saber isso há muito tempo. Vives nesse limbo de arame de circo há demasiado tempo para ainda não te teres apercebido disso.

Vives a vida a fugir de ti próprio. Já te disse que o teu maior inimigo és tu próprio quando lutas contra ti mesmo?

Não há grande volta a dar à questão. Não vale a pena tentares lutar por algo que nem tu próprio sabes se queres na realidade. Já te perguntaste o que vais fazer, se o destino não te arrastar para o porto que tu queres?

Vais ser mais um barco à deriva com as velas desfraldadas, à espera que as ondas te guiem o caminho? Vais ser um marinheiro sem rumo, a olhar para as estrelas sem distinguires o Norte do Sul? Vais ser um lobo do mar, a ouvir apenas as gaivotas e o barulho das ondas? Ou vais pegar na quilha e rumar noutra direcção qualquer?

Já há muito tempo que te quero perguntar isso, mas quando estou quase a conseguir criar a atmosfera perfeita, falta-me a coragem para deixar as palavras sair.

Disseste-me uma vez que as palavras têm poder próprio e que uma vez que as pronuncie não vou conseguir apagá-las, nem apagar o seu poder, o seu impacto na vida dos outros. Se calhar é por isso que tenho sempre medo de as dizer. Prefiro falar de coisas banais, sem importância nenhuma. Não corro o risco de cair na armadilha…

Gostava de ser a âncora da tua vida, mas não me vejo com tal. Sei que no fundo do teu ser, também tu gostavas que eu fosse não só a âncora, mas também o porto de abrigo. Não posso fazer isso da minha vida. Não é o meu destino e muito provavelmente não é o teu.

Tiveste a oportunidade de fazer de mim muito mais do que só um cais de embarque. Preferiste sonhar com novos mundos. Deves ter sangue de descobridor português. Numa vida passada, talvez no ano de 1500, viajavas com Pedro Álvares Cabral em direcção ao Brasil.

As caravelas sempre foram a tua paixão. Eu cá gosto mais de rabelos, que navegam nas doces águas do Douro. São mais planos e não enfrentam a turbulência dos grandes mares. Pensas que é cobardia, eu sei! Mas estás enganado. É a doce paixão da quietude e mansidão da água doce, sem pinta de sal.

Gostava de ter mais sangue na guelra, mas não consigo. Não sou feita de mesma massa que tu. Moldaram-me de forma diferente e o forno que me cozeu tinha baixa temperatura. Fui feita com calma, com toda a calma do mundo. A minha mãe, grávida de mim, não tinha nada dessas coisas modernas, chamadas stress e depressão. Tinha paz, amor e tranquilidade, no coração.

Sim, eu sei que 9 meses é pouco tempo para fazer uma pessoa como tu, mas para mim foi suficiente. Cresci na tranquilidade da alma daquela que me amava e que ansiava, mas de forma positiva, ver-me nascer. Cresci na imensidão dos campos da minha infância. Físicos ou irreais, foram os campos que me alimentaram tanto física como espiritualmente. Cresci na sombra das árvores, essencialmente macieiras. Desenvolvi-me aí, em todos os aspectos da minha vida.

E isso fez de mim alguém que procura a tranquilidade das águas calmas, do leito de um rio não muito grande. Gosto de coisas intimistas. Essa paz levou-me a muitos sítios escondidos dos outros e de mim mesma. Fez-me sonhar e imaginar que no fim do arco-íris havia sempre um tesouro que eu iria descobrir. Fez-me sonhar com o príncipe encantado, montado num cavalo cinzento, porque branco não gosto. Os alazões cinzentos são muito mais bonitos. Até na cor do cavalo, eu tinha que ser diferente…

Fez-me viajar até novos mundos, que não sabia que existiam e tinha medo de descobrir. Também eu já fui o Viajante, aquele que tu vês nas raras ocasiões em que olhas para as cartas. Aquele que também tu já foste e que continua a aparecer no meu baralho de cada vez que o corto e te procuro, num futuro não muito longínquo do presente que não quero, mas tenho de viver.

Prefiro a solidão do meu mundo, à balbúrdia do teu. Vives demasiado ocupado com coisas banais e o ruído à tua volta sufoca-me mais que a falta de ar dos meus próprios pulmões, que tenho quando fumo mais um cigarro.

Continuo a falar sozinha apenas para este blog e para os poucos que me visitam, de cada vez que acrescento mais uma pena à minha asa que se perdeu. Não estranhes o nome que te dou, mas foi por esse mesmo nome que te conheci, há alguns anos atrás, noutra fase da vida, também ela povoada de ruídos dos mais diversos tipos.

É por isso que te digo, Diogo, dois monólogos não fazem um diálogo. E nós nunca o tivemos. Dançámos juntos algumas vezes, mas mesmo assim, nunca ouvimos a Alma do Mundo só os dois...



Escrito dia 27 de Março de 2006

Perdida...



Quando achamos que pouca coisa pode ainda piorar na nossa vida, há sempre alguma que nos tira o chão debaixo dos pés e nos deixa de rastos ao ponto de desistirmos de tudo o resto...

Como se já não bastasse tudo o resto, agora a minha mãe está doente...

Ninguém sabe ao certo o que se passa, um problema da tiróide que associada a mais alguns que ela já teve e tem, tornam o caso estranho.

Sinto-me sem o chão debaixo dos pés. E tudo o resto perde sentido quando comparado com isto...

Fui galardoada...




Fui nomeada três vezes para o Thinking Blogger Award...
Ainda não sei quando é que recebemos um prémio, mas nomeações já conto com três. Uma da
Shadow in Love, outra da Insideout e ainda outra da In.
O Thinking Blogger Award é um prémio que indica que o nosso blog deixa alguém a pensar nas nossas ideias. Que aquilo que escrevemos faz alguém reflectir sobre isso.
Não sabia que fazia pensar alguém, mas pelos vistos faço! Não que seja mau, mas o único propósito do blog é fazer-me pensar a mim. Pelos vistos não sou a única. Será que também me posso nomear a mim mesma?!

É suposto que agora eu nomeie outros 5 blogs, que devem copiar o selo correspondente e afixá-lo na barra lateral do blog. Depois disso, devem nomear outros 5 blogs e fazer um post sobre o assunto.

Diga-se que isto é uma espécie de desafio corrente, mas tudo bem...


As minhas escolhas são:

[ momentos ]

O Mascarilha

Esplanando

Eyes Wide Open

Wolfhunter


Aguardo ansiosamente o Óscar para Thinking Blogger Award...

A varanda...



Sentou-se na varanda com vista sobre o Tejo.

Tinha saudades dessa varanda de há muitos anos. A mesma varanda que albergou noites passadas a dormir ao luar. Noites de Verão com um despertar sereno com o amanhecer. Já nem sabia contar as manhãs que ali acordara. Muitas vezes sozinha e outras tantas acompanha.

Foram tantos os que acordaram ao seu lado naquela varanda. Só faltava mais um.

Aquele que passaria a dormir ali consigo em todas as noites que ainda tinha pela frente...


Cores...



Somos todos feitos da mesma matéria.

As cores que nos pintam é que diferem...

De Lisboa...



Como muitos ficaram curiosos, aqui vai o resumo:


Domingo à tarde Lisboa é maravilhosa. Sem ninguém nas ruas e trânsito quase inexistente. A Avenida da Liberdade é um sonho ao ponto de conseguir ouvir os passarinhos. Experimentem, vale mesmo a pena...

Segunda dia de praia. Após uma maravilhoso almoço na Baía dos Golfinhos, em Caxias numa magnífica esplanada sobre o mar e com uma companhia fantástica, rumo a Cascais. Saudades de passear naquelas ruas. Já lá vão 5 anos que aquilo era a melhor parte da minha vida. Andei na praia a tarde toda pela linha fora até me perder em S. João do Estoril à procura da estação de comboios. Compensou o facto de ter tido motorista à chegada do comboio no Cais do Sodré e um jantar inesquecível. Com vista sobre Lisboa a anoitecer...

Terça rumo ao Chiado. Café na Brasileira em nome dos bons velhos tempos. Passeio no Bairro Alto e ida aos pastéis de Bélem. Jantar no Bairro Alto, onde também não ia há 5 anos, num sítio que eu adoro.


Pelo meio ficaram mais convites pendentes do que aqueles a que pude dar resposta. Esta vez foi dedicada a quem realmente importa.

Para a próxima logo vemos...


(P.S. Agora arranco os cabelos pela falta de tempo para um trabalho que devia estar pronto ontem!!!)





Citação IV




O primeiro passo para se ser sagrado é ser-se completo.



Neale Donald Walsch

A vida é um lugar estranho...



Não acredito em coincidências...

Já disse e escrevi isto vezes suficientes para me convencer a mim e aos outros que as coincidências não existem. Que não há uma acaso que nos ponha em determinados lugares e nos faça cruzar com certas pessoas.

Também não acredito no conceito de destino. Acho que podemos sempre controlar a nossa vida e não a deixar andar ao sabor do vento.

Fascina-me a forma como alguns entram nas nossas vidas. A simplicidade e facilidade com que o fazem. E assim como vêm, também vão.

É engraçado a forma como tentamos escapar às rotinas da nossa realidade seja de que forma for. Encontramos um elo que nos liga aos nossos sonhos e resolvermos segui-lo. No início é um escape, uma fantasia, um sonho. Depois torna-se quase tão vital como a rotina que impomos a nós próprios. Por vezes recuamos, temos medo do desconhecido, de não saber o caminho. A incerteza tira-nos forças, quando devia ser ao contrário. O medo paralisa grande parte das nossas acções com medo de outras tantas reacções.

Depois seguimos uns sonhos atrás dos outros. Deixamo-nos levar pelo balanço e ganhamos coragem. Até que por vezes esquecemos a força motriz que nos levou a avançar. Achamos que fomos apenas nós. Que mais tarde ou mais cedo tinha de acontecer. Recuamos perante a evidências e passamos a crer num destino superior que nos levaria a avançar por ali, fosse de que forma fosse.

Perdemos certas ilusões. Substituimos o que tínhamos por algo semelhante, mas de qualidade inferior. Apostamos no que sabemos, só navegamos com ventos conhecidos e queremos um mapa. Passamos a ter medo da ilusão.

Até ao dia em que voltamos ao espelho e vemos que conseguimos muito menos do que poderíamos ter tido. Que nos contentámos com a pior metade. Que as coisas podiam ter feito muito mais sentido, podiam ter tido muito mais sentido.

Quando percebermos isso pode ser tarde. Demais.

A vida é um lugar estranho...

100 Título...



Não sei bem o que escrever hoje. O que até é estranho, porque normalmente começo sempre por escrever o título do post e só depois é que vou construindo as frases que me apetece com base no título.

Mas hoje não sei o que escrever. Podia por aqui mais um post do Um dia escrevi assim, mas isso está especialmente guardado para os Sábados em que o tempo é mísero.

Hoje não tenho nada de especial a dizer.

Apetecia-me agradecer aqueles que se dão ao trabalho de me ler e mais ainda aqueles que me comentam e tentam animar os posts mais negros. Apetecia-me agradecer muito aqueles que trocam mensagens comigo quando me apetece ter algum contacto social com alguém. Apetecia-me agradecer aqueles que me conhecem bem demais ao ponto de saberem que às vezes só despacho conversa porque não tenho forças para discutir. Apetecia-me agradecer aos amigos que tornam a minha vida rica e cheia de experiências, vivências e afectos.

Mas isso seria pouco original. Não tenho nada a acrescentar que eles ainda não saibam.

Havia uma coisa que eu queria muito dizer hoje, mas que aqui não faz muito sentido. Precisa de um texto e um contexto. Além disso falta-me uma imagem e hoje não é um bom dia para a procurar.

Não sei...

Estou numa indecisão. O post anterior foi uma espécie de acto irreflexo, revoltei-me com a vida, pela enésima vez e apeteceu-me escrever aquilo.

Tenho e não tenho motivos. A minha bipolaridade diz-me que sim e que não. Tudo depende do ponto de vista, como já disse uma vez. Podia discursar sobre Enstein e a Teoria da Relatividade se tivesse conhecimentos sobre isso ou se me apetecesse procurar no Google. Mas não hoje.

Hoje estou cansada. Lisboa cansa...

Vou dormir.

Amanhã será um novo dia. Não sei se melhor se pior, mas novo será concerteza. E diferente...

Again...

A postar directamente de Cascais...
Está um dia lindo e eu sem tempo para o blog...
Again!

Sede...



A cada dia que passa, em vez de te esquecer, quero-te mais...


Tenho sede de ti...


A Esfera...



Por sinal

essa esfera que, me tentava sem me olhar

Nada mais era do que um som que me levava a tentar

Fugir de ti

Sair de ti


Uma vez mais

Sem saber porquê

Desisti para te dizer

Nada mais, quero mais

Senão for assim

Esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais

Mais, mais, quero mais, mais, mais

Por isso esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais


Só assim dá para mim conseguir que não doa mais

Que me deixes ir

Que me libertes de ti

Que não me faças sentir

Eu não quero cair

não me posso entregar

Sem que percebas que não podes julgar

E eu quero tentar poder acreditar

Que o aperto cá dentro um dia vai acabar

O monstro em mim nao irá sucumbir

Não desfalece por não conseguir

que olhes para mim, que me faças existir


Por isso esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais...



Pedro Khima - A Esfera

Only time...




Daqui a umas horas as recordações vão doer outra vez.



Porque as feridas curam, mas as cicatrizes permanecem...


Um dia escrevi assim II - A Porta...



Estás aí especado à entrada de porta sem saberes se queres entrar ou não!

Chegaste de mansinho, sem que eu ouvisse um mínimo de ruído qualquer. Devias ter calçado os teus chinelos e por isso trazias pezinhos de lã. Ou então vinhas descalço, não reparei!

Nem sequer dei conta dos ruídos das escadas a ranger, quando as subias p’ra finalmente tocares à minha campainha e dizeres que estavas ali.

Eu percebi quando abri a porta, que estavas ali à espera que eu decidisse por ti se irias entrar ou não. Mas eu não decidi e como tal continuas aí especado sem saberes o que fazer.

Acho que já te esqueceste que eu te abri a porta! Podia ter decidido que não iria abrir porque não me apetecia ter-te aí especado à espera da tua própria decisão. Mas abri, e como tal, convidei-te a entrar. Fui uma boa anfitriã, mas não posso decidir por ti…

Permaneces indeciso entre o ir embora para o frio da noite ou o entrar e abrigares-te no aconchego dos meus braços. Mas tu é que tens de saber o que queres fazer.

A dúvida em ti começa a instalar-se e perguntas-te interiormente se terás feito bem em vir aqui. Começo a ver a confusão nos teus gestos. Abanas a cabeça sem dizer nada, tiras um cigarro do bolso e perguntas-me se tenho lume, sempre à entrada da porta que é mais romântico! Lembro-me dos filmes do James Dean, tens os gestos iguais. Deve ser por isso que não acho a situação ridícula.

Fico confusa, não sei o que fazer. Por fim resolvo procurar um isqueiro, daqueles inúmeros que costumo ter espalhados pela casa toda, não vá a luz faltar num dia qualquer em que esteja sozinha em casa e eu ficar às escuras.

Aprendi a ter medo do escuro contigo. É incrível como essas coisas se pegam!

Lembro-me que quando me abriste a porta de tua casa pela primeira vez. Fiquei uns minutos a olhar. P’ra casa, p’ro portão, p’ra ti ali especado, mais uma vez, a segurar no portão p’ra que entrasse. Por fim lá entrei. Primeiro a medo, sem saber como as coisas eram e como iriam ser. Apresentaste-me a tua gata, que por sinal gostou de mim, e foi ela que me mostrou onde era a porta de entrada.

Gostei das tuas superstições de entrada. Gostei do cheiro da tua casa. Gostei de me teres convidado a entrar e gostei mais ainda de ter tido a coragem de entrar, mais uma vez.

Depois reagi como se já tivesse ali estado muitas vezes numa qualquer vida anterior. Contigo ao meu lado deitado no sofá. Acendeste-me a lareira p’ra eu não morrer de frio e contaste-me muitas coisas que hoje preferia não saber.

Compreendo os teus medos, os teus receios e as tuas desilusões. Mas não te compreendo a ti.

A minha mãe é que dizia que eu gosto de coisas e homens difíceis… E como sempre a minha mãe tinha razão.

Não sei que pensar sobre o facto de ainda estares aí especado à porta de minha casa sem te conseguires decidir, enquanto eu me perco em divagações ilógicas. Será assim tão difícil pores um pé à frente do outro e dares mais um passo? Só mais um? Um de cada vez? Desculpa, mas não me apetece servir de canadiana e ajudar-te a andar. Desta vez tens de ser tu a decidir o que queres realmente fazer.

Começas a balbuciar qualquer coisa sobre não conseguires. É nesse exacto momento que percebo que eu é que nunca devia ter aberto a porta de minha casa. Apagas o cigarro no meu tapete e desculpas-te por isso. Mas mesmo assim continuas especado à porta de minha casa.

Estou com frio e cansada de estar de pé. Pergunto-te se queres um cobertor p’ra dormires aí no tapete. Sorris! Há quanto tempo não sorrias dessa maneira! Dizes que não. Que o tapete é muito pequeno p’ra ti e que o chão está frio. Mas continuas à porta de minha casa.

Digo-te que estou cansada e com frio, que não me apetece passar a noite ali assim. Dizes que a ti também não. Que tiveste um dia horrível, estás chateado com muitas coisas e que por isso resolveste vir falar comigo. Pergunto-te mais uma vez, e desta a última, se queres entrar. Ficas mudo e especado! Dizes que não sabes, que p’ra ti é difícil, que precisas de tempo.

Então digo-te que quando decidires voltes a tocar à campainha e talvez eu volte a abrir a porta de minha casa p’ra te receber. Até lá estarei cá dentro de porta fechada.

Não me apetece viver na indecisão, prefiro viver na solidão da tua ausência…



Escrito dia 23 de Fevereiro de 2006

O Vampiro...



Tinha os caninos afiados...

Devia-se ao treino que lhes dava mesmo sem querer. Passava a língua por eles e sentia-os cada vez mais pontiagudos.

Não sabia viver sem sugar a essência dos outros. Alimentava-se do melhor que havia neles. O âmago daqueles que viviam por perto era chupado sem que eles se apercebessem disso.

Fascinava-se por pessoas, acontecimentos e histórias. Vivia nesta profusão de sentimentos sem nunca se cansar. Alimentava-se daquilo que lhe davam e quando não se saciava o suficiente, roubava o que lhe fazia falta.

Eram as histórias o prato principal, depois disso utilizava os sentimentos como sobremesa e os risos como bebida que acompanhava o manjar.

Não tinha sentidos porque abdicara deles em prol dos sentidos dos outros. Por isso gostava tanto da essência.

Vivia como um Vampiro...

Vida social...



Volto a Lisboa no Domingo, com regresso previsto na Terça-feira.

Sei disto há menos de uma semana e ainda não disse nada a quase ninguém. Mas já vou com um convite para um almoço, outro para um jantar e ainda outro para um café.

Vidinha social agitada, a minha!!!

Incrível...



É incrível que ainda venhas ler o que eu escrevo...

Mas mais incrível ainda é que apesar de não consultares aí o marcador que te diz respeito, saberes exactamente quais são os posts que escrevo sobre e para ti...

E ainda mais incrível é ires à procura dos comentários que estão nesses posts...

E depois eu é que não tenho razão em pensar como penso...

Tudo bem...

Da aula...



A pedido de muitas famílias aqui vai um breve resumo da aula que tanto publicitei que ia dar. Não escrevi antes porque não me apeteceu ir à procura de um pc com net...


Então foi assim:

2 Gajos para um universo de cerca de 50 pessoas, ou seja, 48 gajas. Era esperado...

A sensação de dar uma aula a alguém que foi caloiro connosco, faz-nos sentir bastante mais velhas do que na realidade somos.

A roupa foi bastante normal, mas ouvi elogios de que estava muito bonita. Afinal de contas eu sou, não é? Senão não teria um blog! Ah! E não precisei de levar nenhum decote.

Correu bem, não houve grandes dúvidas, por isso posso dizer que as coisas foram bem explicadas e ouvi algumas exclamações de puro espanto sobre algumas coisas. Já deviam saber que eu só debito pérolas!

Não, não me enganei na Faculdade, embora tenha dado um pulinho às Físicas com a outra metade do meu cérebro para resolver alguns assuntos. Mas espécimes de arregalar a vista é que nem vê-las!

No geral correu bem, bastante bem. Quer dizer, não podia correr mal. A bem dizer, para se ser professor na minha faculdade é preciso ter como pré-requisito ser louco, e uma professora só sendo louca é que me convida a mim e à M. para ir dar uma aula lá. E só se nós ainda formos mais loucas que ela, é que vamos do Porto e de Leiria expor um trabalho maravilhoso que fizemos em Coimbra!

Com tanta loucura como é que podia ter corrido mal?!

Porque...



Porque é que sempre que te digo que gosto de ti, nunca me respondes da mesma forma?

Das coisas mais bonitas...



Há duas coisas que me disseste que nunca me esqueço e vão estar sempre presentes em mim.


Uma foi a vez em que me disseste que o mar estaria sempre à minha espera tal como tu...


A outra foi quando me disseste que querias fazer com que eu me sentisse amada...


Voltei a ter borboletas no estômago mais uma vez...

Dedução (I)Lógica...



Isto pode ser considerado uma adenda ao post Pessoas feias (e burras) não têm blogs...


Pessoas feias (e burras) não têm blogs.

Os meus amigos não têm blogs.

Eu sou a pessoa mais bonita e inteligente do meu grupo de amigos.


(Desculpem a parvoíce, mas o nervoso miudinho começa a produzir os seus efeitos!)

Dia 10 de Abril de 2007...



No dia 10 de Abril de 2007, o Amor morreu.

A Mágoa matou o Amor.

As causas de tal homicídio ainda não são conhecidas e prevê-se que a arma do crime tenham sido as Palavras. O hediondo crime ocorreu ás 5h10m da passada madrugada.

A Mágoa ainda não proferiu mais nenhuma declaração a respeito do sucedido e não são conhecidas quaisquer testemunhas do ocorrido.

Choremos pois...

Porque no dia 10 de Abril de 2007 o Amor morreu...

Cenas de gaja...



Humpfttttt!!!

Amanhã é o dia de ir dar a tal aula à faculdade. Não tenho grande nervoso miudinho. É sobre um trabalho que fiz, já apresentei a mesma coisa no ano passado e vou com a melhor amiga que além disso partilha o cérebro comigo!

O problema é outro. O que vestir???

Faculdade de gajas, com uma turma que deve ter 30 gajas e apenas 1 gajo, não sei... Daquelas que reparam em tudo. Eu sei, já estive do outro lado e sei o que pensamos sobre o assunto.

Se fossem gajos era fácil, um decote insinuante e estava feito. Corria bem de certeza. Agora assim? Não sei.

Acho que me vou enganar e vou dar a aula à faculdade de Engenharia...


P.S. Este post não tem jeitinho nenhum de existir nem de estar aqui, mas não me apetece escrever sobre mais nada...

Pessoas feias não têm blogs...



É engraçado como não há pessoas feias neste mundo bloguístico...

Somos todos altos, com a altura mínima para que sejamos desejáveis aos olhos de quem nos lê; magras/os o suficiente para que nos imaginem como gajas/os boas ou bons.

Somos giros ou giras, consoante os sexos, com um sinal ou uma cicatriz que até nos torna sexys em várias perspectivas. E isso faz de nós seres desejáveis a vários níveis, para quem tem o privilégio de privar connosco.

Temos os olhos da cor que os outros querem imaginar, podem ser verdes, azuis, castanhos, ou qualquer outra cor, consoante o gosto de cada leitor. O cabelo também tem a cor que os outros querem, preto, castanho, ruivo ou loiro. Se for mulher, preferencialmente loiro porque chama mais a atenção e preenche o protótipo de desejável, já se for homem, de preferência castanho porque encaixa melhor no perfil de macho latino.

Vestimos bem, seja em que circunstância for. Somos práticas/os por hábito, mas sempre sensuais e com savoir faire. Temos o cuidado de usar uma roupa mais adequada em certas ocasiões. Mulheres que escrevem em blogs usam vestidos em cerimónias e homens smoking. Os sapatos são sempre de marca italiana.

Somos simpáticos/as porque respondemos aos comentários de forma atenciosa e até nos dignamos a espreitar o blog de quem nos comenta, nem que seja para deixar um comentário de volta a agradecer o facto de nos terem visitado.

Temos um QI acima da média, porque escrevemos sobre assuntos da actualidade e sem erros, coisa que permite que nos classifiquem como homens/mulheres que têm um nível de cultura geral aceitável.

Além disso, como até colocamos umas coisas engraçadas no template do blog sabemos umas coisas de internet. As mulheres têm tendência para os contadores e os relógios; já os homens optam pelos mapas ou termómetros.

A música é indiferenciada para os sexos, mas sempre de bom gosto, de preferência clássica ou banda sonora de algum filme.

Também referimos o que lemos ou gostávamos de ter ido ver ao cinema. Aumenta a impressão intelectual que provocamos no leitor.

Falamos algumas vezes de viagens e das experiências marcantes das nossas vidas a nível pessoal e profissional. Não abrimos directamente o jogo e não dizemos o que fazemos, mas sabemos insinuar que ocupamos lugares importantes em organismos de poder.

A família é um assunto pouco usual. Somos seres independentes que preservamos a nossa liberdade e por isso esse tipo de afectos não é frequentemente referido no blog.

Enfim, somos o que quiserem que sejamos...

Aliás, o título deste post deveria ser Pessoas feias e burras não têm blogs...


Geografia Moderna...



Isto de se ter um contador no blog, permite coisas absolutamente fantásticas...

A minha mais recente ideia advinda do dito cujo, é capaz de revolucionar todo o sistema de ensino do país! Eu bem digo que sou uma estudiosa das ciências sociais e humanas e como tal, tudo o que eu penso é em prol do bem da humanidade, como já referi.

Portanto, o que aqui proponho é digno de ser analisado pelo Ministério da Educação e levado a Conselho de Ministros e Assembleia da República para posterior aprovação.

Tudo isto porque de vez em qaundo em aparecem uns acessos estranhos no blog, com umas siglas esquisitas de ligações de internet internacionais que eu desconheço. Que acabam em coisas estranhas a seguir ao ponto. Ou seja, em vez de ser .pt, é . qualquer coisa esquisita, que eu só identifico porque o contador de me diz de que país vem.

Por isso, a minha proposta é que se comece a ensinar estas coisas na escola, desde putos. Se falamos no conceito de aldeia global e coisa e tal, e se diz que vai haver choque tecnológico, há que começar a trabalhar neste sentido.

Ou seja: "Em vez de se ensinar coisas estranhas em Geografia, devia-se ensinar a canalha a identificar os países pelas ligações de internet." É esta a minha proposta!

Oram digam lá que não é bem pensado?!

Aprendizagem do Dia:

A educação não é domesticação.