Inveja...



A inveja dos outros só engrandece a minha pessoa...



Independência sucks!!!



E quando alguém que nos conhece desde sempre e que acompanha a nossa vida, nos diz que somos demasiado independentes?

Isso quer dizer o quê?

É bom ou é mau?

E ser independente traduz-se em quê?


Arrrrggggg! Odeio ficar a pensar nestas coisas...

A todos os interessados...



Sim, ainda estou em Lisboa...


E uns pastéis de Bélem eram MUITO bem-vindos!!!


E já agora...



Como metade das pesquisas que vêm dar a este blog são pela expressão "como engatar" ou "dicas de engate" ou coisas semelhantes, e como vocês já tão bem sabem que eu cá gosto de vos ajudar e não quero que venham ao engano, vou-vos contar uma das possíveis.

Isto é verídico e aconteceu-me na passada Sexta-feira quando viajava no comboio a caminho de Lisboa.

Entro no comboio, pouso o saco, sento-me e passado uns segundos vou fumar um cigarro, tipo leprosa que só se pode fumar em certos sítios. Eu cá ainda sou do tempo em que se fumava no lugar, à patrão, sentadinha e os cinzeiros eram no apoio dos braços. Isto só muda para pior!!! Mas enfim...

Retomando, vim fumar um cigarro e na estação a seguir entra um homem, trintão, charmoso e bem perfumado. Entra e pergunta-me: "Isto aqui temos de respeitar os lugares marcados, não é?". Ao que eu lhe respondo: "Convém!".

E ele diz: "Pois, é uma pena, sabe! Adoraria quebrar as regras e sentar-me ao seu lado...".

O que se passou depois seria tema para outro post...


Moral da história: Isto é uma das possíveis tácticas de engate a utilizar em viagens de comboio, MAS e APENAS se forem homens, tiverem mais de trinta anos, estiverem perfumados e tiverem o vosso charme a dizer frases destas.

Senão meus amigos... NÃO RESULTA!!!



P.S. O aspecto não era muito diferente do menino da foto... Vá-se lá saber em que características específicas...

O jogo perdeu o interesse...



Enquanto divago nos pensamentos de que da próxima vez trago um gorro de aviador, daqueles que prendem o cabelo e têm uns óculos estranhos para andar a voar, porque detesto conduzir com o cabelo a bater-me na cara, olho para o retrovisor e dou de caras contigo.

Não acredito que me vens a seguir à cerca de 5 kms e foste incapaz de me fazer notar a tua presença. Apenas te colaste à traseira do meu descapotável. Devias querer apanhar algum dos meus inúmeros cabelos que voam, devido à velocidade com que conduzo.

Não sei os motivos que te levam a seguir o mesmo caminho que eu, mas como já aprendi a não acreditar em coincidências, apostaria na hipótese de vires fazer qualquer importante à cidade.

Colas a frente do teu carro mesmo à traseira do meu. Agora sim, queres que eu repare em ti. Mas de propósito não vou olhar, já percebi que estás aí e que vens a seguir o mesmo caminho que eu. E vens com ela, também já vi.

Mas nem sonhes que vou deixar que me ultrapasses. Nem que para isso leve o carro ao limite. Nem que para isso tenho de me despentear toda e ficar com o cabelo cheio de nós.

Discretamente olho para ti. Reparo no teu olhar colado a mim. Já devias saber que eu vinha para casa a este hora. Só não sei que desculpa lhe terás dado para vires à cidade a esta hora. Será que ela sabe o que se passou entre nós? Não deve saber, caso contrário não estaria a apreciar a paisagem que lhe vai desfilando diante dos olhos.

Talvez por isso sorris. Porque os meus olhos encontraram os teus no retrovisor do meu carro. Apetecia-me travar e fazer-te colar a mim. Tal como os nossos corpos fizeram há uns anos atrás.

Não sei porque tenho ciúmes dela. Afinal de contas fui eu que não te quis mais. Servi-me de ti como os reis se servem dos súbditos. Cheguei ao ponto de estalar os dedos só para te ver a correr para mim.

Mas não és burro. Percebeste os meus jogos e quiseste jogar também. Má jogada! O jogo perdeu o interesse e foste à procura de uma nova mesa. É ela a jogadora ao teu nível? Ou é apenas alguém que podes vencer quando a sede de jogo é maior que tu próprio?

Aceleras e tentas ultrapassar-me mais uma vez. Não deixo, nem que para isso te force a manobras bruscas. Pode ser que assim ela repare que não é inocente a tua vinda até aqui. Porque é que havias de me tirar o prazer de sentir a liberdade quando conduzo o meu descapotável? Tu sabes que este sempre foi o meu carro de sonho. Desde a adolescência, quando sonhava ter 18 anos e poder tirar a carta que dizia que comprava um descapotável. Porquê hoje que precisava de me evadir da vida?

Resolvo trocar de lugar contigo. Lentamente abrando quando a recta se aproxima e deixo-te ultrapassares-me. Quero ver se vens mesmo a seguir-me ou se apenas vens nos mesmo caminho que eu. Quero testar-te mais uma vez. Jogar mais um jogo contigo.

Continuo em velocidade de cruzeiro e aprecio a liberdade dos cabelos ao vento. Tal como eu previa abrandas também. Mais um jogo em que te venço. Eu sabia que vinhas atrás de mim. Onde será que vais a esta hora?

Não me interessa. Já venci a minha aposta e não me interessa subir a parada. Apenas te sigo para lá mais à frente te perder. Quero que penses que controlas. Gosto de ver os teus olhos azuis reflectidos no teu retrovisor.

Agora já deves achar que estás em vantagem. Pois ilude-te mais uma vez. Viras à direita e viro atrás de ti. Quero dar-te a confiança que se dá a um jogador antes de se dar o golpe final. Deves achar que vou atrás de ti, mas a tua vida não me interessa mais. Gosto de ser o caçador não a presa.

Voltas a virar à direita e eu acelero, prefiro a esquerda desta vez. Não tens hipótese, demasiado tarde quando dás conta e não podes voltar atrás. Digo-te adeus mais uma vez. Se tivesse um lenço branco deixá-lo-ia voar até ti.

Para mim, o jogo perdeu o interesse…



Escrito dia 27 de Setembro de 2006


A velha desculpa...



A caminho de Lisboa, porque mesmo com gastroentrite, a minha vida não pára!!!


E claro que como eu adoro ser pedante, volto a usar a velha desculpa de que não tenho tempo para o blog...


Como ele consegue continuar a surpreender-me...



E aposto que não estavas à espera de ver isto aqui...


Ainda estou a babar...


Fenómenos estranhos...



Uma pessoa tem uma gastroentrite e dá nisto! Só acontecem coisas estranhas...

Passo a explicar: Devido à p*** da gastroentrite só estive autorizada a comer batatas, cenouras e arroz cozido e maçã e banana, durante dois ou três dias.

E como não podia sequer mexer-me muito, porque senão desmaiava devido à tensão muito baixa que tinha associada à escassa alimentação que podia fazer, eis que resolvo actualizar-me e vir ler as novidades bloguísticas do pessoal que costumo ler e comentar.

O que me chateou bastante, devo confessar. Isto porquê? Porque eu tive de ver/ler o Sr. Esplanando a falar em comer bolo, a D. Iinês a falar em comer tarte, o Mr. Alf a falar em comer pudim Abade de Priscos, enfim...

Assim não dá! Ainda por cima está ali um bocado de bolo de bolacha que me apetece mesmo comer e não posso!

Porque raio é que a moda de falar de comida em blogs só dá quando eu não posso quase comer nada??? Alguém me explica, ah???

Fenómenos estranhos...


Bem ou mal?



Se não me vês como eu sou, é porque não sabes quem tu és...




E esta é a última coisa que escrevo para ti...

Como te disse, se te queres apagar da minha vida, não te faças presente nela...


Porque é a verdade...



Se hoje fosse o dia do meu funeral, gostava que alguém dissesse:


"Hoje despedimo-nos de alguém que teve um vida cheia! Alguém que foi sempre muito feliz..."


Não sei...



Será que se pode ter saudades daquilo que não se viveu?


?



Será um ano muito tempo para esquecer quem se ama?

Ou o amor não passa de uma mentira que se cria no meio de uma ilusão?


Piada do dia...



Estava eu a tomar banho e a ouvir um barulho esquisito. Vai daí e pergunto à minha mãe que se passava, que barulho era aquela.

Ela explica-me que era um novo dispositivo na caldeira de água quente, para escoar o monóxido de carbono que se acumula.

E eu saio-me com esta: "Então e antes como era? Andávamos aqui a inalar isso? E não morremos?"


Para eu estar aqui a escrever a isto, parece que não!


De rastos...

Doente com gastroentrite...
Só para informar que não se prevêm novidades neste blog...

100 Gostos...




E ele continua a surpreender-me... E eu a adorar...

Desta vez ele fez-me a compilação dos meus 100 Gostos e eu fiquei a babar com o gesto e o carinho ali depositado.

O único aviso que trazia é que tinha de os ordenar!

Ajudem-me e tentem a vossa sorte...

Ele dedicou-me isto... E eu adorei...

Quando dormes
E te esqueces
O que vês
Tu quem és
Quando eu voltar
O que vais dizer?
Vou sentar no meu lugar
Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Isolar para sempre este tempo
É tudo o que tenho para dar
Quando acordas
Porque quem chamas tu?
Vou esperar
Eu vou ficar
Nos teus braços
Eu vou conseguir fixar
O teu ar
A tua surpresa
Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Eu vou agarrar este tempoe nunca mais largar
Adeus
Não afastes os teus braços dos meus
Vou ficar para sempre neste tempo
Eu vou, vou conseguir pará-lo
Vou conseguir pará-lo
Vou conseguir
Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Vou ficar para sempre neste tempo
Eu vou conseguir pará-lo
Eu vou conseguir guardá-lo
Eu vou conseguir ficar



David Fonseca - Adeus, Não afastes os teus olhos dos meus

A outra...



Sento-me. Está uma noite de chuva horrível, mas as circunstâncias da vida obrigam-me a sair de casa, nestas noites em que só me apetece enrolar-me num cobertor fofo no meu sofá de sempre que se habitou aos moldes do meu corpo.

Mas saio contra a vontade. Entro no café de sempre e sento-me. Atende-me o empregado, também de sempre, que me conhece já há alguns anos. Olha para mim e sorri. Tem cara de ser feliz... Pelo menos leva a vida com um sorriso nos lábios. Olho para ele e penso que é pena ser casado, senão até pensaria em algumas aventuras…

Peço o de sempre, como de costume, um carioca de limão. À noite apetece-me sempre qualquer coisa parecida a chá. Acho que velhos hábitos não se perdem nunca. Além disso tenho de me desabituar da cafeína, faz mal para a celulite!

E enquanto espero dou de caras contigo. Tens os olhos pretos mais bonitos que já vi. Tens os olhos de tigre que procuro em todos os homens que encontro. Sonhei que o pai dos meus filhos terá uns olhos assim.

Sinto-me nervosa. Olho lá para fora, para a chuva que se esborracha no vidro da janela do café de sempre. De repente, vejo um trovão que ilumina a escuridão da noite e no reflexo do vidro vejo os teus olhos a olharem para mim. Muito timidamente sorris.

Chega o empregado, que me conhece tão bem que até sabe onde moro, e entrega-me o carioca. Nem tu imaginas com quem me habituei a beber isto quando ainda nem sonhava que tu poderias existir. Velhos hábitos…

Olho para chávena e não resisto a levantar os olhos para te ver mais uma vez. Continuas a olhar para mim. Sinto-me incomodada por ela estar ao teu lado e tu mesmo assim olhares para mim.

De repente penso que estás a olhar na minha direcção mas não necessariamente para mim. E lentamente viro-me para trás para ver o que pode estar a captar a tua atenção. Mas não há nada. Tal como previa afinal o olhar é mesmo para mim.

Quando me viro novamente estás tu a sorrir da minha estupidez. Como quem diz que não, não me enganei. Ela dá conta e faz cara de amuada. Tu falas-lhe e voltas a olhar-me. Desta vez como se me despisses mentalmente e imaginasses todas as curvas e contracurvas que o meu corpo esconde debaixo destes casacos todos de Inverno. Ela deve-se ter apercebido porque olha para ti e começa a refilar.

Não consigo perceber a vossa conversa. O som do rádio, de sempre e sempre sintonizado na minha frequência preferida, não me deixa perceber as palavras que vocês trocam. De repente ela agarra-te e beija-te. Como se quisesse dizer-me que quem está contigo é ela e não eu. Finjo que não reparo e concentro-me na difícil tarefa de despejar o pacote de açúcar sem o deixar cair todo na mesa.

Retribuis o beijo e voltas a olhar para mim, como que a pedir desculpa de uma coisa que devias ter prazer e não obrigação em fazer. Mexo o carioca para derreter o açúcar e penso que prefiro ser a outra na tua vida.

Desta vez olho para ti descaradamente e reparo na barba que te fica tão bem. Dá-te um charme que não terias se não tivesses barba. Fixo-te e noto que gosto do jogo de olhares. Fixas-me também. Quando já não aguentas, porque a imaginação é fértil e o corpo não é de ferro, olhas para ela e beija-la novamente.

Aproveito para tirar um cigarro. Não hesitas e reparas na forma como os meus dedos mexem e o isqueiro parece veludo nas minhas mãos. Olho-te novamente, não me apetece perder esse olhar que me faz sentir bem. Faz-me sentir mulher. Tu fazes-me sentir mulher.

Reparo que agora também ela está a olhar para mim. A avaliar-me, a julgar-me. A pensar porque raio olhas para mim e não para ela. Não me importo, gosto do teu olhar fixo em mim. Preso em mim. É como se eu fosse a dona de tudo o que te pertence.

Porque simplesmente eu sou a outra...



Escrito dia 26 de Setembro de 2006


Gosto...





"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo, e que posso evitar que ela vá a falência.


Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.


Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se um autor da própria história.


É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.


É agradecer a Deus cada manhã pelo milagre da vida.


Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.


É saber falar de si mesmo.


É ter coragem para ouvir um "não".


É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta




Pedras no caminho? Guardo todas.


Um dia vou construir um castelo...”






Fernando Pessoa

Do not cross...



Tenho um sinal de proibido no lugar do coração...


Ela escreveu o que eu sinto...




"Ainda há muitos homens e mulheres assim...

São poços de falsas esperanças para os corações moles. São pessoas carentes de afecto e atenção. Não suportam viver em solidão, só a ideia lhes dá agonia.

Vamos deixar que nos contaminem? Não!

Quem gosta muito de alguém não dá falsas esperanças, não balança, enfrenta, admite o que sente, admite que apenas se sente confortável com os mimos de alguém enquanto não tem os mimos da pessoa que quer na realidade.

Não há que ter medo em perder uma meia oportunidade, merecemos as coisas por inteiro!"





Roubado no blog dela .



Passado...



Foi há muito tempo, mas descobri que não é verdade o que dizem a respeito do passado, essa história de que podemos enterrá-lo.


Porque de um jeito ou de outro, ele sempre consegue escapar.



Khaled Hosseini

A minha...



A minha vida é um ciclo vicioso, viciante e viciado...


E quando...



... Me dizem que sou viciante...


Até é bom de ouvir... É pena que eu não seja lésbica e que isto seja dito por uma mulher que também não o é!


Mamã...



Se há pessoa que admiro e amo profundamente neste Mundo é a minha mãe...

Alguém que me sabe dar o ânimo certo em todas as alturas e que me pões os pés na terra quando voo alto demais.

Alguém com quem partilho tudo e que tenta entender-me. Que me critica e julga quando acha necessário, mas que sabe sempre lembrar-me o quanto gosta de mim e apoia as minhas decisões.

Não será costume neste blog ler estas coisas. Nem no dia da Mãe escrevi nada sobre o assunto. Costumo manter a minha vida privada em privado.

Mas em dias como hoje apetece-me dizer isto. Ainda que a minha não saiba o que é um blog, apesar de saber que tenho uma coisa dessas.

E desculpem-me a pretensão, mas a minha mãe é de facto a melhor do Mundo e arredores...

E eu amo-a tanto...

Por favor...



... Tirem-me deste pesadelo!


Porque é assim que sinto...



The more you trust and open yourself to another, the more power you give the other to deeply hurt you.

With great power comes great responsability.



Spiderman


Notícias...



A má notícia é que este blog precisa de enlouquecer!!!


O boa notícia que é a autora já está nesse caminho.


O resultado é que ainda há esperança!

Continua a saber demais...


Pára e vê as linhas. Sente o cheiro a entrar pelas narinas do ferro queimado dos carris. Gosta de se sentar naquela estação e ficar a ver os comboios a passar. A cor dos Alfa é aquela que mais o atrai. Já decorou a ordem das carruagens do Intercidades e aos Regionais já perdeu a conta.

Sabe que dali a alguns minutos vai ser ele a entrar num desses comboios que mais gosta de ver passar, vai procurar o seu lugar e vai finalmente sentir-se em paz.

Sabe que só a encontra quando foge. Quando viaja. Apenas quando vê a vida a correr à sua frente é que acha que está em casa.

Vê a paisagem, não fixa. A sensação de estar em andamento dá-lhe a ilusão de chegar onde quer que tenha de chegar.

Aquilo que verdadeiramente o preenche é o vazio que sente quando vai a fugir. Não pode parar muito tempo num sítio. Apenas o suficiente para se enebriar dele e sentir mais uma vez o sufoco de quem já viu tudo o que vale a pena.

Sente a paz da fuga. O saber que está em andamento é a única coisa que o faz parar. Dorme em todos os bancos de comboios onde viaja. É apenas nessas horas que o seu espírito encontra a paz que precisa para descansar um pouco.

De que foge? Não sabe...

Por enquanto continua a fugir de si próprio. É o mesmo vagabundo de si mesmo que alguém encontrou.

Continua a saber demais...

Para ti...



Se uma das minhas qualidades não superar a soma de todos os meus defeitos...


Então para ti não valho a pena...

Mas tem limites...



"A paciência tem limites."


E a mim parece-me que tu estás claramente à procura dos meus...


Frases soltas #4



Temos das maiores médias de telemóveis por pessoa, embora a minha teoria seja que os portugueses pura e simplesmente adoram falar uns com os outros.



António Câmara, Presidente da YDreams


Um Dia Escrevi Assim V - As putas e os filhos delas...



Pois é! Só há dois sexos no Mundo, as putas e os filhos delas. Desenganem-se aqueles que achavam que só havia homens e mulheres. Mentira! Só há putas e filhos da puta.

As putas obviamente são as pessoas do sexo feminino e os filhos da puta são as pessoas do sexo masculino. Por razões óbvias, pertenço à primeira categoria, a das putas, uma vez que nasci com o sexo feminino. Pelas mesmas razões que refiro, o meu caríssimo amigo do outro blog pertenceria assim, à segunda categoria, a dos filhos da puta.

Mas há variadíssimas espécimes de putas e de filhos da puta. Há as putas virgens, as putas de merda, as putas encornadas, as putas do cara***, etc. Assim, como há os filhos de uma grande puta, os cabrões filhos da puta, os filhos da puta daquela égua, e etc e tal...

Não me vou alongar nesta divisão, porque seria obrigada a utilizar uma linguagem ainda pior do que aquela que utilizei até aqui. E se esta já é má, a outra seria muito pior. Sim, porque posso ser puta, mas ainda tenho classe e educação!!!

Mas na minha opinião, as coisas não ficam por aí. E todos nós temos um pouco de puta e de filhos/as da puta. Embora eu possa ser incluída na primeira categoria, também tenho muito da segunda e o inverso é verdadeiro. O meu comentador de serviço, também. Embora seja incluído na segunda categoria, tem muito da primeira. Alturas há, que se calhar ainda mais do que eu!

Mas não foi para isso que vim aqui escrever este post. Foi para dizer apenas que esta é a denominação geral dada às mulheres e aos homens. Enquanto as primeiras são apelidadas de putas, pela maioria do sexo masculino, os segundos são apelidados de filhos da puta pelo sexo feminino.

É pena que o sentido pejorativo caia sempre sobre as mulheres. Ou são putas por mérito próprio, ou são putas porque são mães de um espécime do sexo masculino…

Ou seja, as putas e os filhos delas…



Escrito dia 11 de Setembro de 2006

Até pode ser...



"Saber esperar é uma virtude."


Até pode ser, mas não quando se espera que alguém se apague da nossa vida...


Porque as semelhanças são evidentes...



Qualquer que seja a relação com que nos sentimos confortáveis teremos sempre que assumir a postura de "king of the world" (pelo menos do nosso world...).
Só assim conseguimos resistir às explosões, tempestades e, saindo do meio dos escombros, ajeitar o nó da gravata, sacudir o pó e ir tomar um Martini Bianco...


Leão da Lezíria, publicado aqui



... E esta devia ser sempre A Postura!

Não posso crer...



Depois de duas semanas de quase total clausura por causa de um trabalho secante, e após um MEGA-projecto de ir curtir o fim-de-semana da Queima com os amigos de sempre e para sempre, eis não que o meu organismo resolve passar-se!

Estou doente com uma espécie de amigdalite ainda não medicamente diagnosticada que não me deixa sequer engolir a própria saliva...

Será que vodka e 4 joelhos resolvem a situação desta vez?


A caminho...



Trabalho feito em prazo limite! Finalmente já me lembro do que é respirar...

Mas estou a preparar-me para voltar a perder o fôlego, já amanhã!

Vou voltar às origens e a Queima de Coimbra vai ser a desculpa perfeita para voltar a ter níveis normais de coisas boas no sangue!

O visitante 10 000...



Adorei esta minha ideia hiper-fabulástica de me por a anunciar um presente para quem quisesse ter a amabilidade de me visitar pela 10 000ª vez. É que me fartei de rir por causa das coisas que fizeram.

Além de terem aparecido pelo menos 2 pessoas até ao momento a reclamar terem sido o 9 999 e o 10 001, de facto houve um visitante 10 000 que não fui eu! O que seria o cúmulo!!!

E já agora o visitante 9 999 esteve aqui 1h 31m 19 s, como é que queria ser o 10 000? Era suposto ter-se desligado e voltado a ligar entretanto para atingir esse nº, não? É que o 10 000 entrou durante esse período de tempo. E o 10 001 foi alguém que perguntou o que era o presente!

O verdadeiro visitante 10 000, acedeu a partir de uma placa de internet móvel da TMN às 9h 37m 46s da manhã de hoje. Permaneceu aqui 1m 25s e visitou 2 páginas. Tem um Windows XP e um Internet Explorer versão 6.0. Ou eu muito me engano ou é presença relativamente frequente por estas bandas e acho que é mulher...

Portanto, meus caros. Como ninguém reclamou o prémio nem me apresentou a prova de que foi o 10 000, não há nada para ninguém!

Mas eu cá ganhei horas de pura diversão com isto. E por isso obrigada a todos os que contribuiram para o sucesso desta minha enchente de riso!

Este post é para vocês, como prémio de consolação!

Aprendizagens:

A distância permite-nos ganhar perspectiva.