Este ano ainda não falei mal do Natal. Estou um coração mole, está visto!


Acho que pela primeira vez desde que me tenho por gente, este será o primeiro ano em que me deixei imbuir pelo espírito natalício.

Seja porque há um pirralho de 5 anos em casa, seja porque tive o meu primeiro subsídio de Natal completo (1 ano inteiro de labuta diária tem as suas vantagens) ou porque tenho alguém especial com quem partilhar sonhos (de Natal), a verdade é que não o odiei como de costume.

Ontem cheguei mesmo a apaixonar-me pelo cheiro quando passava em frente a uma pastelaria a caminho do Chiado. Ou no Domingo à noite quando vi as luzes da Baixa enquanto a chuva batia no vidro do carro e eu me lembrava de quando tinha 5 anos e delirava com a magia das luzinhas, o pinheiro a piscar e a festa de ter toda a família junta.

Houve uma época depois em que o meu pai deixou de passar estas festas connosco e acho que a partir daí deixei de gostar destas coisas. Deve ter sido mais ou menso na mesma altura em que comecei a deixar de gostar de pessoas.

Mas ultimamente e com esta coisa da vida em conjunto com alguém, de ter a minha casa, ainda que não more nela, e uma bola de pelo que adora enroscar-se no meu colo, o meu coração começou a amolecer e voltei um bocadinho mais ao conceito de família e de partilha natalícia.

Deve ser por isso que este ano ainda não odiei o Natal.

Pode ser que nunca mais o venha a sentir...

Seria bom, para variar...


10 motivos para gostar do sítio onde trabalho!*


1º. Não ir ao Jantar de Natal do referido por ter outros planos, mas ainda assim guardarem-me 2 fatias generosas de bolo que parece ter mousse de chocolate por dentro.

2º. Ter 3 maravilhosas colegas com que partilhar sala e rir de meia em meia hora com os comentários alucinados que fazem sobre a chefe.

3º. Terem-me incluido na lista de aniversários ao fim de 2 semanas de convivência.

4º. Toda a gente (cerca de 50 pessoas) saber o meu nome no final das referidas 2 semanas de convivência.

5º. Ter agradáveis almoços de sexta-feira em locais sempre a descobrir.

6º. Poder trocar contactos de médicos, cabeleireiras, esteticistas e afins com as pessoas pelas quais estou responsável.

7º. Descobrir que há pessoas fascinantes, das quais parece que fazemos um filme e perdemos a noção das horas quando lemos as suas histórias de vida.

8º. Sentir-me pequenina, quase minúscula, ao perceber que supervisono uma pessoa com um enorme background a todos os níveis (desde ter jardineiro em casa, a 3 livros editados, a um doutoramento e a experiências de trabalho onde dificilmente eu vou chegar) e que ainda assim nunca o fez sentir.

9º. Aprender constantemente coisas novas.

10º Ter um horário de trabalho que me permite coisas fantásticas!



*Mental note to myself: Ler este post várias vezes, quando começar a odiar estar cá!


Triste Constatação...


Depois da última e maravilhosa passagem de ano já nada será como dantes...

Shake, shake, shake!


Diz que houve um sismo esta noite, que se sentiu em todo o país e aqui na zona de Lisboa também.

Pois olhe, eu não vi nada, não senti nada e não dei conta de nada.

Tal não deve ter sido a intensidade que nem o gato miou!

Castigo!


Para compensar o facto do Mr. R. ter feito ponte nos dois feriado seguidos, desta vez ficou em casa a limpar enquanto eu muito escravamente saí para trabalhar até às 22h!

Mas parece-me que depois deste post quem vai ser castigada sou eu!

Urgentemente!


Procura-se com urgência cabeleireira e local de yoga em Lisboa!


Preferência pela zona de Sintra!


Cabelo e espírito agradecem!

Frases Soltas #38


(...) A forma como nos sentimos quando olhamos para o espelho todas as manhãs tem tudo a ver com a forma como acabamos por olhar para dentro de nós ao longo do dia (...).




Melhor ideia de sempre:

The Sapio Sexual Summit.