Eu também sei umas coisas, quando me interessa...


José Saramago além de Nobel da Literatura era tão apenas e somente um dos maiores e melhores escritores de contos infantis em Portugal.

Mas isto certamente que escapa aqueles mestres doutores que apenas lerem os livros mais conhecidos que vêm resumidos em pseudo-colecções de bolso.

É normal...

Esta blogoesfera irrita-me...


Toda a gente ficou retida pela put@ do vulcão, toda a gente foi ao Coliseu ver os Gotan Project, toda a gente foi ao Rock in Rio, toda a gente ama os livros de Saramago.

Sim, sim!

É por isso que os Pisa dizem que somos apenas e tão somente analfabetos funcionais.

Imaginem o que seríamos sem estas pérolas de cultura!!!

Ser português é... (I)


... Estar num comboio algures perdida em Itália e enviar uma mensagem só para saber quanto estava o jogo Portugal - Costa do Marfim.

Não será à toa que eu vetei este blog ao abandono!


Desconfio sempre daquelas pessoas que gritam/blogam aos quatros ventos a sua felicidade e as dificuldades porque passaram para serem felizes.

Acho que já aqui o disse e repito-o, cheira-me sempre a auto-convencimento. Precisam de o fazer, mais para se convecerem a si próprias do que para convencerem os outros.

Isto porque a maioria dos outros não conhece a vida real do/a blogger e dificilmente conseguiria ou quereria provar a veracidade dos factos, depois porque escrever isso é dar mais importância às critícas más do que às boas e isso entra logo ali em confronto com a felicidade extrema.

E por fim, porque quem de facto está feliz e já passou pelas dificuldades perde mais tempo a vivê-lo do que a escrevê-lo, porque conhece o preço da vida e da felicidade que lhe está inerente.

Não sou só eu que sou mórbida...

Todos nós percebemos e vizualizamos à primeira.


Creio eu.

Arrisco a minha privacidade na empresa, para isto...


Apenas para vir aqui dizer que li um post sobre cérebros do tamanho de amendoins e fiquei a morrer de vontade de comer amendoins!!!


I'm not a regular person, I know...

Aprendizagens:

A distância permite-nos ganhar perspectiva.