Achei que devia partilhar*

E lembra-te sempre que o perdão é o melhor remédio para todos os fardos que carregas aos ombros e que acabam por se transformar em problemas psicológicos. E que viver com gratidão é uma atitude transformadora.

*Recebido ontem por email

E tu,

Já olhaste a lua hoje?

É isto bater no fundo?

Hoje só fui ao supermercado porque já não tinha sílica para a caixa da gata.

Não fosse o cheiro da caixa e acho que continuava enfiada em casa a trabalhar como se o Mundo fosse acabar amanhã!


Lembrei-me deste poema, hoje.

Há palavras que nos beijam 
 Como se tivessem boca. 
 Palavras de amor, de esperança, 
 De imenso amor, de esperança louca. 

 Palavras nuas que beijas 
 Quando a noite perde o rosto; 
 Palavras que se recusam 
 Aos muros do teu desgosto. 

 De repente coloridas 
 Entre palavras sem cor, 
 Esperadas inesperadas 
 Como a poesia ou o amor. 

 (O nome de quem se ama 
 Letra a letra revelado 
 No mármore distraído 
 No papel abandonado) 

 Palavras que nos transportam 
 Aonde a noite é mais forte, 
 Ao silêncio dos amantes 
 Abraçados contra a morte. 

 Alexandre O'Neill

E depois penso,

Se está coisa de mostrarmos o melhor de nós, não é a forma que temos de querermos mesmo ser melhores.

Dá-me comichão


Esta coisa de na blogosfera sermos sempre as boazinhas nas mãos e à mercê das más da fita, ressabiadas.
Como se o mundo e os seres humanos se dividissem apenas em bons e maus. 
Preto no branco.
Sem a imensidão de cores que o mundo já nos mostrou que existe!

Estarei velha ou só parva?

Costumava achar que tudo se podia resolver com uma conversa.

Agora acho que nada é tão precioso como um bom silêncio.

Diversifiquemos, pois então!

Já não bastava 2013 ter começado comigo na tv com a voz mais irritante do planeta (sim pessoas, agora percebo porque me mandam falar baixo e se enchem de me ouvir!), de se ter seguido o convite para um dos primeiros casamentos das grandes amigas, de ter uma americana a oferecer-se para me fazer as compras de comida e em troca eu a ensinar a fazer uma receita portuguesa, hoje chegou-me um e-mail com um convite para as marchas populares.

2013 pode não ser o melhor ano da minha vida, mas está certamente a ser o mais original!

Até ver...

A solidão torna-nos heróis.


A solidão torna-nos heróis. 
Somos capazes de aturar o pior dos males em nome de uma companhia que esteja lá para partilhar a vida connosco. 
Aturamos casamentos falhados, homens que já não gostam de nós, amigos que nos maltratam, família que se agride mutuamente, tudo em nome de termos lá alguém que nos ajude a não nos sentirmos tão sós. 
Somos capazes de abdicar do nosso programa de televisão favorito, de estarmos com outras pessoas que fazem parte das nossas vidas, do prazer de ir a um jogo de futebol, de fazermos aquilo que gostamos porque não queremos desagradar ou entristecer a pessoa que vive connosco na rotina estúpida do dia-a-dia. 
Pela manutenção daquilo que convencionamos chamar de relação somos capazes de nos destruir a nós próprios um bocadinho, apenas porque temos medo de deixarmos de ser nós e passarmos a ser eu + tu. 
O medo do assumir de um à mesa, na vida, no confronto dos problemas, das noites más leva-nos inevitavelmente à diluição da nossa própria personalidade. 
Pelo facto de mantermos alguém ao nosso lado, abdicamos de nós. 
A solidão torna-nos heróis quando somos capazes de fazer coisas impensáveis. Quando repetimos as atitudes que vistas nos outros nos parecem alvo de críticas. Quando deixamos de nos realizar como pessoas para nos realizarmos apenas como a parte integrante de um nós. 
A solidão torna-nos heróis quando nos anulamos em nome de um bem comum, visto sempre como maior independentemente do tamanho que represente. Quando abdicamos daquilo que nos realiza pela realização do outro. Quando largamos os sonhos e crenças pessoais para abraçar sonhos e crenças que nunca vislumbramos como nossos ou pertença do nosso caminho individual. 
A solidão torna-nos heróis quando nos tornamos exactamente naquilo que não queremos e nos superamos a nós mesmos.



My point exactly!


Ai, ai, ai - Vanessa da Mata

O que a gente precisa é tomar um banho de chuva.

Onde estás esta semana, Ana?



























# 30 - Cracóvia, Polónia

As minhas teorias

Acredito que correr é doença que assalta seres humanos perfeitamente normais até então por volta da altura em que completam 30 anos. Há qualquer coisa no sistema imunitário, sobretudo masculino, que desperta na meia idade e os faz calçar uns ténis e andar em passo rápido. Imagino que haja explicações de diversos âmbitos para o fenómeno, eu fico-me pela definição genérica de "doença". Felizmente, também é coisinha que nunca dá com demasiada força e, em princípio, não traz mais que benefícios.



Novo objecto de trabalho na secretária!




Lição n.º 39

Ténue é a linha que separa a humildade da subserviência.

Socorro!

Ontem instalei uma app no meu telemóvel para monitorizar o meu sono.

Estou a tornar-me oficialmente geek!

Eu sei que a Wikipedia explica

Mas quem raio é a Clarice Lispector para que toda a gente ande a publicar frases dela em todo o lado?

Estou aqui na dúvida

Se muda a minha foto aqui do blog e em vez da boneca ponho mesmo a minha fronha!

Assim como assim já a viram em diversas ocasiões.

Que me dizem?

E depois de alguma ausência:


Regressei aqui!



Gostei tanto que resolvi elogiar!

No Natal, quando já estava a acabar o 2º volume da famosa trilogia, tive a sorte (!) de receber o livro "As Cinquenta Sombras de Grey" em duplicado.

Pois que toca de ir trocar as coisas. Uma na Fnac e outra na Worten. Devo aqui referir que não comprei nenhuma pelo que só tinha mesmo os talões de troca.

Cheguei à Fnac e tinha uma enorme fila, no fim da qual me deram um cartão com o valor do livro para gastar até 31 de Março. 
Nada contra, a coisa resolveu-se com relativa facilidade e eles preferem ficar com o dinheiro já facturado em vez de devolverem. Ok! Espero ir este Sábado lá gastar o que tenho no cartão e trazer alguma coisa que precise.

Na Worten, a coisa correu ainda melhor. Chego lá, sou logo atendida, perguntam-me porque quero trocar e devolvem-me o dinheiro em mão. Não há cá cartões, talões, nada.
E assim posso gastar o dinheiro no que quiser e onde quiser. Melhor ainda!

Garanto que de futuro e se o preço for o mesmo, a comprar será certamente na Worten pela facilidade do serviço.

Worten depois de hoje estás no coração!

Sei que hoje estou irresistível

Porque a caminho do trabalho tive 3 gajos a atirarem-se para cima de mim.

Todos em carros diferentes.

Aprendizagens:

A distância permite-nos ganhar perspectiva.