E depois...

Há aquelas coisas que se sentem em cada célula, molécula e fibra do nosso ser mas não se contam.
Porque esta coisa da intuição apenas a nós diz respeito. 
E ainda que não se compreendam as certezas, que não se perceba como pode tal coisa vir a acontecer, que não se compreenda o fenómeno e que nada faça sentido, esquecer ou fazer de conta que não se sente é impossível.
O tempo e uma certa parede o dirão...
Até lá a vida decorre dentro da (a)normalidade.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Eu:

Porto (de Abrigo)