Always look on the bright side of life!


Descobri que o "meu" Deus de Ébano tem um caso com uma colega aqui do tasco que trabalha na área dele.

Primeiro deprimi por saber que ele está ocupado. Depois virei costas ao assunto e achei que seria uma boa perspectiva futura ele não ter pruridos em se envolver com subordinadas.


2014 (6)

É o ano da flexibilidade mental.

Sinto que vou pecar!

Recebi ontem um e-mail do Deus de Ébano, a pedir-me mais informações sobre um determinado assunto e que o mantivesse informado sobre novos desenvolvimentos.

Só consegui ter pensamentos promíscuos sobre uma eventual resposta.


Pedagogia - Um conceito simples


A Smart criou uma forma de fazer com que mais 81% das pessoas parem nos semáforos. Tudo em Lisboa!

"Não te apaixones por uma mulher que lê, por uma mulher que tem sentimentos, por uma mulher que escreve... Não te apaixones por uma mulher culta, maga, delirante, louca. Não te apaixones por uma mulher que pensa, que sabe o que sabe e também sabe voar, uma mulher confiante em si mesma. 

Não te apaixones por uma mulher que ri ou chora quando faz amor, que sabe transformar a carne em espírito; e muito menos te apaixones por uma mulher que ama poesia (estas são as mais perigosas), ou que fica meia hora contemplando uma pintura e não é capaz de viver sem música. 

Não te apaixones por uma mulher que está interessada em política, que é rebelde e sente um enorme horror pelas injustiças. Não te apaixones por uma mulher que não gosta de assistir televisão. Nem de uma mulher que é bonita, mas, que não se importa com as características de seu rosto e de seu corpo. 

Não te apaixones por uma mulher intensa, brincalhona, lúcida e irreverente. Não queiras te apaixonar por uma mulher assim. Porque quando te apaixonares por uma mulher como esta, se ela vai ficar contigo ou não, se ela te ama ou não, de uma mulher assim, jamais conseguirás ficar livre..." 

 Martha Rivera Garrido in Este Blogue precisa de um nome

E tu, já olhaste para o céu hoje?


Friburgo, Alemanha

Reflexões (póstumas) de um Equinócio:

Acabo de perceber que são as minhas viagens constantes que me permitem viver sempre fora da caixa, alterar hábitos, mudar rotinas. 

Deve ser por isso que às vezes me queixo. Porque mudar coisas numa vida que é boa, está bem e recomenda-se, é sempre difícil. Porque exige fazer mais e melhor sempre.


E sempre nos ensinaram que em equipa vencedora não se mexe, mas a verdade é que o excelente é inimigo do bom, como sempre me profetizou a minha mãe.

E confesso que 3 meses parada em terra, com viagens só de carro me ajudaram a sentir a necessidade e a falta de momentos só meus, tempos de criação, perspectivas profundas e setas apontadas a um novo ano.

Creio que Outubro vai ser o meu mês do recomeço. A melhor Parte? Se correr mal, também só faltam 3 meses para o final do ano.

Só para vos informar

Que a minha chefe me enviou um e-mail cujo assunto era "Urgente: Reunião de Motivação" e o mesmo continha uma foto de altíssima resolução do Deus de Ébano que a está agora colada num monitor mesmo à minha frente!

Este blog também tem um passatempo!

Decidi aderir à nova moda e quero saber a vossa opinião numa questão:

"Devo ou não adicionar o Deus de Ébano ao meu Facebook?"

A recompensa será a maior ou menor frequência de posts sobre este assunto aqui no blog.

Lição n.º 58

Se puderes escolher, escolhe não te chateares.

Mudando completamente de assunto.

Os dias de chuva lembram-me a infância passada entre figueiras com cheiro a figos maduros que me ficou na mente gravado. 


Ainda hoje quando cheiro figos me lembro de dias chuvosos como estes e da casa da minha avó. E do cheiro a mosto após as vindimas de Setembro. 

Mais recentemente o cheiro dos dias chuvosos veio associado a um amor. Em dias de chuva, o amor é mais bem feito no meio dos lençóis molhados e sabe melhor também. Não resisto à imagem de um grande amor entrelaçado em pingos de chuva e perdido em corpos húmidos abraçados pelo meio dos lençóis. 

E isto tudo, não porque chove lá fora, mas porque vi uma foto e lembrei-me que já me apaixonei por um homem que sabia a história do i comercial, &.

Nada melhor que um & para unir dois corpos em imensas e incontáveis histórias de amor, perdidos em vales de lençóis.

Resumo do meu dia de trabalho*


*E sem Deus de Ébano para me motivar.

Ainda assim em paz.

E no meio de toda a brincadeira, às vezes bate a sensação de que só a nossa vida é que não avança.

Ano, após ano.

Deve ter sido o primeiro

Sábado em que acordo e me sinto triste por não ir trabalhar, por saber que não vai haver avistamentos de Deus de Ébano hoje.

5 Anos Depois:

5 Anos a trabalhar na mesma empresa e só esta semana é que descubro o meu Deus de Ébano???

3 Dias Seguidos

A ver um Deus de Ébano com olhos verdes, Director de um dos Departamentos da minha empresa, 42 anos, divorciado e um olhar que me parece despir sempre que nos cruzamos.

Não sei quanto tempo mais me aguento em celibato!

Sabem aquele momento em que estão prestes a pecar?

Acabei de ter o meu e não lhe consegui resistir!

Turn off:

#5 - Homens que não saibam dançar.

Karma no trabalho era mesmo o que me faltava...

Eu deixei de almoçar no refeitório do trabalho mas como a vida põe e dispõe como bem lhe apetece, o refeitório entrou em obras e ele passou a vir almoçar ao espaço de refeições do edifício onde eu trabalho.

Juntamente com a esposa.

Alguém que me salve enquanto for tempo!


Pois que euzinha também decidi aderir à moda da corrida. Não por livre e espontânea vontade ou por ter baixado em mim qualquer espírito de Rosa Mota, mas porque me desafiaram.

Este senhor, desafiou-me a correr 20 km durante Setembro em troca de um jantar. Sendo que ele não sabe que me vai pagar o jantar, mas vai!

Até agora tem sido fraquinho, mas hoje recebi no e-mail a minha grande motivação: fui autorizada a comer uma pizza ou chocolate. 

Estou capaz de continuar a brincadeira só para descobrir o que me "autorizam" a comer a seguir!


Turn off:

#1 - Homens com dentes de ouro.

Por mais cliché que seja dizê-lo.

Fui acusada de ter demasiados amigos, daqueles que só servem para festas e jantares. Dito assim a crú e a nú, daquela forma amarga como se conhecer pessoas e estar com os outros fosse motivo de crítica avassaladora e destrutiva, porque todos sabemos que ninguém tem assim tantos amigos como eu.
E depois para se ter tantos amigos eles não podem ser dos bons, daqueles a quem ligamos às 2h da manhã porque não encontramos um táxi em Lisboa e eles nos dizem qual a melhor opção ou saiem de casa de propósito para nos levarem à nossa ou nos dizem que podemos dormir em casa deles.
Ninguém com tantos amigos pode contar com nenhum deles para nos levar ao hospital num Domingo de praia porque cortamos o dedo mindinho do pé e já enchemos o chão de sangue e não conseguimos fazer nada porque a nossa tensão arterial está prestes a cair. Nenhum deles seria capaz de fazer 30 km em menos de 15 minutos só porque sabe que se nós ligamos é porque é mesmo grave e urgente.
O número de amigos parece ser inversamente proporcional à disponibilidade para dormirem no nosso sofá e passarem a noite acordados a fazerem-nos chá enquanto vomitamos de hora a hora e achamos que vamos morrer.
O que provavelmente ninguém sabe, ou poucos percebem, é que conhecer pessoas não é ter amigos e ter amigos não é garantia de coisa nenhuma.
Eu não espero que os meus amigos sejam eternos e não chamo todos os que conheço de amigos. Se até a família se chateia, os casais se separam, os filhos abandonam os pais, seria muito ingénuo da minha parte achar que os amigos teriam de ser eternos. Os amigos são enquanto quiserem ser e estiverem disponíveis para estar lá e fizerem o esforço para manterem a amizade. Podem passar anos ou milhares de kilómetros, nada nos impede de estar nem que seja do outro lado do telefone enquanto choramos mais uma partida que a vida nos pregou.
A única coisa que sei é que aqueles a quem eu apelido de amigos são a minha família de coração e aquela que eu escolhi. Esta é a única coisa de que me podem acusar.

Melhor ideia de sempre:

The Sapio Sexual Summit.