Abril

Chega ao fim e eu mal acredito que lhe sobrevivi...

Abril tem sido sempre um mês de revoluções sem flores. É, a par disso, também o mês em que faço mais loucuras e cometo mais erros. Decisões que geralmente efectivo em Maio e das quais saio pouco serena.

Abril é um mês que me vira do avesso, me torce, me encosta à parede com a promessa de um fôlego que se esvai antes de ser sequer um sopro exalado.

Abril foi um mês de mudanças dolorosas ainda que desejadas. De alguma disciplina e com poucas oportunidades de abuso.

Abril foi um mês de navegações e descobertas de mundos. De que a linha do meu umbigo é maior do que ouso imaginar.

Abril foi um mês de revolução e nem podia esperar aquela que se avizinha.

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