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A mostrar mensagens de Junho, 2016

Eu juro que isto tem um contexto!

A mamada da manhã é sempre na cama.

Dou um prémio!

A quem souber o que é o reflexo de protusão da língua sem ir ao Google!

Fritei a pipoca!

Sabes que a maternidade te queimou os neurónios quando devolves um presente de aniversário porque achas que foi um empréstimo!

O meu equilíbrio está restaurado!

É todo um novo nível:

Viajar com uma bomba de tirar leite!

Isto sou eu!

Um fim-de-semana de dois dias em Tavira transformou-se num fim-de-semana de três em Genebra!

É por isto que mantenho um blog.

Se mais nenhuma razão houvesse, pelo menos serve para me ajudar com as datas e a situar temporalmente os meus acontecimentos de vida.

Ser mãe é aprender a lidar com isto.

Durante a gravidez o meu maior medo era se o meu filho tivesse alguma deficiência.  Tive pesadelos e sofri horrores com a possibilidade de lhe fazer mal ou de alguma coisa estranha acontecer na ordem natural das coisas.
Ainda hoje tenho receio de vir a descobrir um problema de saúde, de ele ter um acidente, de algum mal lhe acontecer.
O pai da cria dizia-me que eu era maluca, que se isso acontecesse tudo se resolveria e que nós seríamos capazes de enfrentar o que a vida nos desse. 
Acho que no fundo o meu medo é que ele sofra e eu seja completamente impotente para lhe minimizar o sofrimento.

Eu, Ana, me confesso:

Não sei como se vive sem o sorriso de um filho!