Bem escondida mesmo.

E de repente há uma conjugação de factores: a chuva que parece estar prestes a cair lá fora, a bossa nova que passa no som dos meus phones, o som do amolador na sua bicicleta que percorre o bairro nestes dias cinzentos, o homem mais que bom capaz de apagar o meu fogo mas que só teima em o incendiar ainda mais, um nome que teima em repetir-se, uma memória feliz de ramos e ramos de flores em minha casa às 2h30 da manhã e umas quantas palavras sussurradas em francês.

Mas nada preenche o vazio que continua a habitar naquela recôndita parte de mim.


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