E provavelmente sem ti.

Sonhei com aquele instante muitas vezes, sempre com medo de não saber o que dizer, com medo de me despir e ter de te contar todas as histórias que guardei para mim mesma nestes longos, duros e dolorosos 8 meses de solidão. 

Mas tu foste chegando devagarinho, com muita paciência, loucura e fé. E eu derreti à medida que ias deslizando os teus dedos pelas milhares de forma geométricas que a minha tatuagem traz colada à minha pele. 

Aos poucos a chama foi crescendo, o fogo foi sendo alimentado e lembrei-me de que o difícil mesmo é viver sem luz.

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