Tal como agora.

Aprendi que o corpo tinha memória numa entrevista que fiz a um actor de teatro do Porto que muito admiro. E hoje constatei isso mesmo quando dei por mim a adormecer na mesma posição de quando estava grávida e me lembrei da sensação de ter o meu filho na barriga e de estar sozinha numa casa imensa numa cidade enorme, onde eu e ele éramos todo o Mundo.

2 comentários:

ana disse...

...Eu não ando só...
https://youtu.be/wgMgoJV_AmU
:)

Ana A. disse...

Espero nunca mais andar só.

Do futuro...

Temo muito que o Antropoceno seja o fim da Humanidade.