Check! Check! Check!



Tendo em conta que não fiz nada do que era recomendado, só me resta esperar pelo dia mais feliz.

Diz que vai ser a 18 de Junho.

A ver vamos...


É um bom prenúncio, não acham?


O gato está a olhar para mim com um ar absolutamente alucinado, como quem diz:

"Esta enlouqueceu e não consigo fugir de casa. Help me..."

Deve ser sinal de que estou altamente preparada para o exame de manhã!

Tanto que em vez de estudar estou aqui a escrever mais um postzito. Até parece que nem fui trabalhar hoje o dia todo, nem nada!

P.S. Sim, este é mesmo o meu gato, o meu Sawyer Cinzento Escuro!


Amanhã tenho exame de Mestrado!!!

E ainda não acabei o trabalho que tenho que entregar, nem estudei a matéria toda...

Estou a pensar se valerá mesmo a pena ir lá...

Resumo da minha hora de almoço...


No amor pode arriscar tudo.

Graças à ajuda de Vénus e do planeta da sorte Júpiter, os prazeres sensuais serão sem dúvida sastisfeitos.


Horóscopo do IGoogle

Aos meus queridos leitores/comentadores...

Sim!

Tenho tendência a generalizações ditas "fatelas" (palavras de um caro comentador!) tal como tenho tendência a "ferver em pouca água".

O calor do momento e este instinto tramado que me leva a agir sem pensar na maioria dos casos (leva-me também e muitas vezes a falar sem pensar) tende a fazer-me dizer/escrever a primeira coisa em que penso.

Assim, o título do post não deveria ser "De como eu não acredito na regeneração masculina", mas antes "De como eu não acredito na regeneração da Humanidade".

Se é para generalizar, ao menos que seja em grande e com igualdade de oportunidades pelo meio...

Lição n.º 22


Vivemos num deserto cheio de pessoas.

De como eu não acredito na regeneração masculina...

O J. apaixonou-se pela M. quando tinha 23 anos. Viu-a uma vez à saída de um café logo ali ao pé da Faculdade e achou que aquela era a mulher da vida dele.

Decobriu que ela era amiga de um colega seu, e curiosamente vivia perto dele ali em Lisboa. Foi à conta disso que começou a oferecer-lhe boleia à noite quando saiam todos até tarde.

Não sei se a M. achou o mesmo do J. ou não. Sei apenas que aos poucos acabou por acreditar naquilo que ele lhe dizia e ao fim de 3 anos de namoro casaram os dois e foram morar juntos numa casa grande, porque tinham possibilidade económicas para isso, bem no coração da cidade.

Depois disso, sei também que o J. e a M. tiveram 3 filhos rapazes lindos e fantásticos, que compraram mais tarde uma casa ainda maior e que as coisas decorreram tranquilamente durante 7 anos da sua existência enquanto marido e mulher.

A C. estudava Psicologia também em Lisboa. Terminou o seu Curso, conseguiu o seu primeiro emprego e um contrato e ao fim de 2 anos comprou a sua primeira casa com vista para o Tejo. A C. é uma rapariga cheia de vida, com um dos sorrisos mais contagiantes que eu conheço e que gostava muito de sair à noite para se divertir com os amigos.

Numa dessas suas saídas a C. conhece o J., nesta altura diz ele já ser divorciado da M. com a qual tinha deixado os seus 3 filhos adorados. Sendo a C. a mulher fantástica que é, não me espanta que o J. tenha reparado nela e tentado a sua sorte.

Com o decorrer do tempo e da insistência a C. acaba por aceitar partilhar a sua vida com o J. O facto dele ter quase 10 anos a mais e um fantástico background cultural e financeiro ajudaram a que esse fascínio e paixão falassem mais alto.

Primeiro o J. vai morar para a casa da C. Deixa o seu quarto, entretanto retomado em casa dos pais e aceita partilhar um quartinho com vista sobre o Tejo. Mas com o evoluir do tempo, acabaram por comprar uma casa maior muito próxima daquela onde inicialmente moravam os dois.

Durante este tempo, a M. ficou sozinha com os seus 3 filhos e com amaragura de um casamento destruído. Os pais do J. não sabem quase da existência da C. e apenas quando os dois compram casa é que acreditam que o divórcio é permanente. Quando a notícia cai, a M. impõe uma restrição judicial que apenas pemrite ao J. ver os filhos ao Domingo à tarde e sempre longe da C, e da casa deles.

A C. e o J têm uma filha e a vida deles decorre normalmente. Exceptuando a parte em que os pais do J. não querem saber do facto de terem mais uma neta. E de a M. continuar a tentar tramar a vida dos dois, à mínima oportunidade.

Até que ao fim de 1 ano, a C. recebe um telefonema logo no início do seu dia de trabalho que lhe diz que o J. terminou tudo com ela.

Sem saber o que pensar ficamos nós, colegas de trabalho da C., meras espectadoras desta novela mexicana.

Filhos da put@ dos gajos, pá...

I wish I was special...

Temos tendência em apaixonarmo-nos por pessoas que brilhem mais que nós. Ou que pelo menos nos pareçam ter uma luz mais intensa que a nossa. Procuramos, no fundo, banhar-nos no brilho que irradiam e porventura absorver alguma da sua vitalidade para nós próprios.

Queremos ser especiais.

E então, quando se extingue a novidade, o brilho sufoca-nos. Lembra-nos de todas as nossas incompetências, da nossa certeza sobre o nosso baixo valor.
O que antes nos alimentava com um fervor ébrio torna-se no espelho de tudo o que desejamos ser sem o conseguir. Torna o solo fecundo para o ressentimento.

Odiamo-nos por comparação.



Deus me livre...


... De algum dia ter um pulseira Pandora!

Coisas muito vistas não são mesmo para mim!!!


Ano novo, vida velha...


Se eu gostasse de cozinha, provavelmente transformaria este blog num blog de culinária.

Assim sendo, vai apenas continuar a ser um pseudo-trama da minha pessoa...

Coisas ainda do ano velho!


A pior coisa de se comprar casa é que no Natal os presentes são todos para ela em vez de serem para mim!


Este ano ainda não falei mal do Natal. Estou um coração mole, está visto!


Acho que pela primeira vez desde que me tenho por gente, este será o primeiro ano em que me deixei imbuir pelo espírito natalício.

Seja porque há um pirralho de 5 anos em casa, seja porque tive o meu primeiro subsídio de Natal completo (1 ano inteiro de labuta diária tem as suas vantagens) ou porque tenho alguém especial com quem partilhar sonhos (de Natal), a verdade é que não o odiei como de costume.

Ontem cheguei mesmo a apaixonar-me pelo cheiro quando passava em frente a uma pastelaria a caminho do Chiado. Ou no Domingo à noite quando vi as luzes da Baixa enquanto a chuva batia no vidro do carro e eu me lembrava de quando tinha 5 anos e delirava com a magia das luzinhas, o pinheiro a piscar e a festa de ter toda a família junta.

Houve uma época depois em que o meu pai deixou de passar estas festas connosco e acho que a partir daí deixei de gostar destas coisas. Deve ter sido mais ou menso na mesma altura em que comecei a deixar de gostar de pessoas.

Mas ultimamente e com esta coisa da vida em conjunto com alguém, de ter a minha casa, ainda que não more nela, e uma bola de pelo que adora enroscar-se no meu colo, o meu coração começou a amolecer e voltei um bocadinho mais ao conceito de família e de partilha natalícia.

Deve ser por isso que este ano ainda não odiei o Natal.

Pode ser que nunca mais o venha a sentir...

Seria bom, para variar...


10 motivos para gostar do sítio onde trabalho!*


1º. Não ir ao Jantar de Natal do referido por ter outros planos, mas ainda assim guardarem-me 2 fatias generosas de bolo que parece ter mousse de chocolate por dentro.

2º. Ter 3 maravilhosas colegas com que partilhar sala e rir de meia em meia hora com os comentários alucinados que fazem sobre a chefe.

3º. Terem-me incluido na lista de aniversários ao fim de 2 semanas de convivência.

4º. Toda a gente (cerca de 50 pessoas) saber o meu nome no final das referidas 2 semanas de convivência.

5º. Ter agradáveis almoços de sexta-feira em locais sempre a descobrir.

6º. Poder trocar contactos de médicos, cabeleireiras, esteticistas e afins com as pessoas pelas quais estou responsável.

7º. Descobrir que há pessoas fascinantes, das quais parece que fazemos um filme e perdemos a noção das horas quando lemos as suas histórias de vida.

8º. Sentir-me pequenina, quase minúscula, ao perceber que supervisono uma pessoa com um enorme background a todos os níveis (desde ter jardineiro em casa, a 3 livros editados, a um doutoramento e a experiências de trabalho onde dificilmente eu vou chegar) e que ainda assim nunca o fez sentir.

9º. Aprender constantemente coisas novas.

10º Ter um horário de trabalho que me permite coisas fantásticas!



*Mental note to myself: Ler este post várias vezes, quando começar a odiar estar cá!


Triste Constatação...


Depois da última e maravilhosa passagem de ano já nada será como dantes...

Shake, shake, shake!


Diz que houve um sismo esta noite, que se sentiu em todo o país e aqui na zona de Lisboa também.

Pois olhe, eu não vi nada, não senti nada e não dei conta de nada.

Tal não deve ter sido a intensidade que nem o gato miou!

Castigo!


Para compensar o facto do Mr. R. ter feito ponte nos dois feriado seguidos, desta vez ficou em casa a limpar enquanto eu muito escravamente saí para trabalhar até às 22h!

Mas parece-me que depois deste post quem vai ser castigada sou eu!

Urgentemente!


Procura-se com urgência cabeleireira e local de yoga em Lisboa!


Preferência pela zona de Sintra!


Cabelo e espírito agradecem!

Frases Soltas #38


(...) A forma como nos sentimos quando olhamos para o espelho todas as manhãs tem tudo a ver com a forma como acabamos por olhar para dentro de nós ao longo do dia (...).




E sai mais um...


Obviamente que eu não podia ter comprado casa exactamente um dia antes de ter ficado sem carro e ainda não ter feito um grande alarido disso aqui no blog!


Quer dizer... Poder podia, mas não era a mesma coisa!


Re-Visões...

O post de baixo reúne todas as condições para ter como título:

Sabemos que estamos a ficar velhas quando... (4)


E continuaria assim:

... Procuramos receitas em blogs após termos comprado casa há 1 mês e 1 semana!


Confissões de uma gaja que comprou casa há cerca de um mês...


A minha última pancada recente revelou-se quando dei por mim à procura de blogs de receitas culinárias!

Passada a fase da decoração, parece que descambamos nisto...

Será que deverei vender a casa?!

Isto quando se começa a escrever dá logo vontade de escrever mais... É como os tremoços!!!


Se vocês fossem leitores em condições (Tenho eu ainda a lata de insultar os resistentes que continuam a manter a minha subscrição no Google Reader! Haja decoro, não é?) já desconfiariam, através deste belo manancial de informações que estou de regresso a Lisboa para trabalhar!

Mas como não são, tenho de escarrapachar (bela palavra não é?) tudo aqui direitinho!

Que desilusão vocês me saiaram...

Ficam as promessas de belos jantares e lanches nos próximos tempos, que é como quem diz, p'ró Ano!

Até lá prometo voltar ao sempre brilhante tema: "Como eu odeio o Natal - Saga IV" (Correspondente ao número de Natais que este blog já celebrou!).

Ora vamos lá ao carro amarelo, que eu tenho muitos mais assuntos sobre os quais escrever...


Como eu referi, proponho-me a explicar o que é o estereótipo do carro amarelo!

Não tivesse eu mais nada que fazer na vida e ainda ando em formação aos Sábados durante todo o dia, desde o início de Outubro e só termina mesmo no Sábado antes do Natal! Não que isto vos interesse de sobremaneira, mas serve para vos contextualizar face a uma teoria/explicação sobre o assunto.

Ora esta bela formação, além de servir alguns dos propósitos profissionais, serve alguns financeiros mas acima de tudo a maioria deles são pessoais. Diz que a referida Formação fala sobre Igualdade de Género, com subtemas tais como Violência de Género em Relações de Intimidade e nomes assim pomposos tais como estes.

Pois que num dos exercícios da dita coisa tinhamos que identificar estereótipos correntes, quer nossos quer da sociedade em geral.

Adivinhem lá qual foi o primeiro que surgiu? O da loira burra, pois claro!

E foi aí que se fez luz, as orações começaram a soar na minha cabeça e eu identifiquei o meu estereótipo mais vincado! Claro está que foi o do carro amarelo!!!

E em que é que consiste? (Vou ser altamente cruxificada e apredejada à conta disto!!! Mas pelo menos sou sincera!)

Em nada mais nada menos, do que afirmar que quem tem carros amarelos são africanos residentes em Portugal!


Explicação dada... Vá, agorem apelidem-me de racista que eu já estou mesmo à espera!

Ainda antes do carro amarelo...


Passados mais de 10 anos, voltei a almoçar numa cantina de uma Escola Secundária.

E o pensamento que me assola é: "Graças a Deus que a minha adolescência já terminou!".


Sexta-feira há mais...

Assim que a modos de comemoração do meu regresso do mundo dos mortos...


Deixo-vos uma pergunta em jeito de desafio...

Alguém arrisca explicar o que é o estereótipo do carro amarelo?

Após as vossas respostas, prometo explicar!

Tudo resumido em 4 dias, apenas...


Em 4 dias comi duas refeições dignas desse nome.

Em 4 dias fui de casa a Braga, ao Porto, a Coimbra, ao Porto, a casa, ao Porto, à Póvoa de Varzim e fiquei pela A3 no caminho.

Em 4 dias comprei a minha primeira casa e assinei a escritura da mesma.

Em 4 dias desfiz o meu carro num acidente.

Em 4 dias fiquei no meio da A3 sem carro e sem um único arranhão.

Em 4 dias levantei um carro e segui para casa após 5 horas para resolver o acidente.

Em 4 dias jurei a mim mesma, que nunca mais passo por um acidente sem prestar socorro, nunca mais dou boleia a ninguém e nunca mais me preocupo com as tristezas do amanhã.

Em 4 dias ainda não percebi como destruí o meu carro, sem qualquer poder sobre ele.

Em 4 dias só tenho uma nódoa negra e dores em todo o corpo.

Em 4 dias respiro de alívio por não estar morta.

E em 4 dias dei conta que tive um milagre.

Tudo em apenas 4 dias...


Frases Soltas #35

A sinceridade anda muito sobrevalorizada, e sob o seu pretexto as pessoas são capazes de dizer as maiores barbaridades a outras, sem pensar no quanto as poderão ofender, e pior, magoar.


Sabemos que estamos velhas quando... (3)


Arrastamos o rabo de casa, a um Sábado em vésperas de eleições, para ir participar num...


... BABY-SHOWER!!!

A! Só quero se for da A!


Toda a gente com medo da gripe e eu que desejei ardentemente com todas as minhas forças apanhar a estirpe A da bicha não consigo!

Depois explico...



Fazer o quê?


Eu tenho consciência de que sou má pessoa, quando vejo o circo do meu trabalho pegar fogo e ainda me rio da situação!

A ver se não me queimo, também!

Confissões III...


A razão porque deixei de escrever tanto ou tantas vezes, foi porque fazê-lo em casa é quase impossível.

Após 7h em frente a um computador, a última coisa que me apetece fazer é chegar a casa e ligar outro.

Fazê-lo no trabalho dá muito trabalho.

Se quero escrever qualquer coisa sem que ninguém dê conta e acrescentar-lhe uma imagem, perco cerca de 5 minutos a apagar todos os vestígios da minha identidade secreta.

A verdade é que às vezes (como agora!) me dá um certo gozo fazê-lo, mas na maior parte das vezes ele perde-se quando penso na trabalheira que vou ter em apagar os rastos.

Menina quer, quer e quer!


Comer sushi hoje!!!

Já!!!

Afinal já me lembrei...


O que se faz quando todos os nossos sonhos se tornam realidade?

Será possível ainda continuar a sonhar?

E com que se sonha depois disso?


Puft!!!


Abri o Blogger, carreguei em Nova Mensagem e deixei aberto 7 minutos.

E assim se perde um óptima ideia para um post!

Porra, pá! Que já lixei o nirvana!!!

Eu que já escrevi três vezes um post de despedida para "matar" este blog que se encontra praticamente moribundo e o raio do Blogger que me dá sempre um erro!

Quando é certo que o moribundo se reanima sozinho, e por TRÊS vezes, há que lhe dar mais uma hipótese de vida!

Ainda não é desta que arranjo um endereço fashion!

Agosto? Já era!!!


Sabemos que meio mundo tirou férias em Julho, quando chegamos ao trabalho, abrimos o Messenger e vemos que as únicas pessoas igualmente em rede são os desgraçados dos meus colegas de trabalho que têm de assegurar as funções vitais desta empresa!

Vamos lá a sintonizar uma coisa nova nos rádios dos vossos carros!

Se eu não fosse uma moça recatada, dizia-vos em que dia e hora desta semana poderão ouvir-me em directo na Rádio Clube Português!

Mas como eu gosto muito de (ainda) manter um semi-anonimato, sugiro-vos apenas que oiçam durante os próximos dias!

Afinal hoje já é 4ª e três dias de radiofonia intelectual não fazem mal a ninguém!


Imprevistos...


Eu juro que tenho aqui um post em rascunho com tantos caracteres, que vão matar todas as saudades que têm de mim.

Mas a Rádio Clube Português ligou-me a pedir a minha contribuição e eu estou tão em êxtase que não consigo acabar o que comecei a escrever!

Regras de Ouro dos Funcionários Públicos no seu íntimo, ainda que na situação laboral sejam apenas empregados por conta de outrém...



Regra nº 3



Os e-mulinhos deste país são indecisos por natureza.



São burros por natureza. Ratos na presença do chefe. Porcos no que respeita à linguagem usada. Camelos por vitimização inata. Cabrões no trato com os colegas efectivamente competentes. Víboras quando se referem aos colegas dentro e fora do trabalho.

Etc, etc, etc...



Será isto saudade?


É bom saber que quando temos vontade de voltar a entrar em casa, ainda há uns quatro ou cinco remanescentes que nos dão as boas-vindas.

A sombra do vento...


... Está prestes a tornar-se num dos melhores livros que já li!

Ainda não é oficial porque me faltam 23 páginas para o acabar, apesar de já ter espreitado as linhas finais.

Alguém se oferece para me oferecer O Jogo do Anjo???


(Me faz beicinho...)

Frases Soltas #34


Guardar resentimentos é como tomar veneno e esperar que o outro morra.


Albert Einstein


Outra Dúvida Existencial...


Será que quando se deixa de escrever é porque se perde a vontade, o tempo ou a necessidade de partilhar os nossos pensamentos com outras pessoas?

Será que nos tornamos egoístas ou apenas reservados?

Brilhante!


O meu post anterior foi tão brilhante, mas tão brilhante, que até agora ninguém teve nada a acrescentar ao assunto!



P.S. Post childish para combinar com o Dia!

A melhor táctica de engate no Tinder:

Escolher os que têm 1 foto e não têm bio porque são os inadaptados da vida que só estão à procura de conhecer pessoas porque não têm lata so...