
A menina Non Sense é zen... (Isto que se note ainda antes de se ler as linhas que se seguem!)
Não me podem acusar de não ser paciente. Aliás, das poucas coisas minimamente úteis que posso ter aprendido nestes quase 8 meses de trabalho numa empresa na qual JÁ não acredito, é a virtude da paciência.
Muito diferente da virtude da calma! Mas isso é areia a mais para este post. Um dia eu tentarei demonstrar a diferença abismal que separa a virtude da paciência da virtude da calma.
O meu estado zen ainda não é assim tão elevado. O meu corpo é o meu templo, mas eu gosto de uma festa bem animada lá dentro! Não sou de orações silenciosas...
Retomando... Sou paciente q.b. Mas não queiram abusar de mim ao ponto de verem qual é o meu limite.
Contrariamente a todas estas recomendações que eu vou fazendo a quem comigo con-vive, hoje uma dessas pessoas quis testar. E obviamente que a panela ferveu e a tampa saltou, espirrando tudo e todos ali à volta.
Temos pena! Até sou paciente, mas para além de a paciência ter limites, não sou mãezinha de ninguém. E se fosse podem ter a certeza que lhe dava dois pares de estalos, pelo feitio extraordinaramente egoísta que ela tem.
É que há feitios propícios à solidão. E quando não sabem manter uma festa animada, resta-nos bani-los da companhia dos outros.
O templo retomará a devida agitação a seu tempo. Até lá estamos em modo oratório, pura e simplesmente...