Hoje:

Planeei um fim-de-semana em Viana do Castelo.
Encontrei 10€ no chão da minha sala.
Combinei um jantar de amigos para Sábado.
Falei ao telefone com uma das minhas melhores amigas.
Admirei a nova imagem da Le Cool Lisboa.
Fiz iogurtes na Bimby.
Dei os parabéns a uma amiga pela nova iniciativa empreendedora.
Conheci a nova colega de trabalho.
Encontrei uma amiga que vai abraçar um novo projecto profissional.
Fiz beringelas panadas com milho para o jantar.

Desejos por cumprir:

#8 - Voltar a dançar hip-hop.

Os 30:

#6 - Ensinam-nos que a idade aceitável de um namorado/a é metade (da nossa) mais 8.

[Texto extorquido das profundezas da minha alma.]

É apenas mais um dia em que abro uma página em branco e fico meia embasbacada sem saber bem o que escrever. 
Tenho a percepção e o sentimento de que a maioria das pessoas já disse aquilo que eu própria tenho para dizer e muito melhor, de melhor forma, com mais conteúdos e especialmente com mais sentimento à mistura, o que clarifica a mensagem por si mesma.
Aprendi a resumir os pensamentos em ideias curtas, claras e concisas. Foi assim que me ensinaram quando estudava esta coisa complexa da comunicação.
Sei que tenho facilidade em brincar com as palavras e compor textos com o meu toque pessoal. Mais não fosse por ter hoje superado a tarefa de entregar um artigo de 400 caracteres que escrevi em menos de 1h, para uma publicação nova e onde quero muito estar à altura do desafio e da tarefa de que me incumbiram.
Obviamente que gosto de ver o meu nome publicado em artigos impressos. Mentiria se dissesse que não. Mas é mais do que isso. Não é só o orgulho por saber que estou em mais umas quantas páginas e posso acrescentar mais umas quantas linhas ao currículo. É mais do que isso! É o preenchimento da própria alma espelhada em meia dúzia de linhas que não mudando a vida de ninguém, podem um dia inspirar alguém a mudar a sua própria vida.
Mas a verdade é que me habituei a resumir a vida, os acontecimentos e os pensamentos em meia dúzia de caracteres. Deixei as teias de seda terminológicas para aqueles que melhor o fazem. Não deixei de ser eu, mas perdi em muito a capacidade de me encantar com o que eu própria escrevo.
Ainda assim há uma regra, assim uma espécie de tradição, que mantenho sempre que preciso de extrair da alma pequenos pedaços de pensamentos e colocá-los por escrito.
Ponho a tocar uma música que me faz sonhar, e como é raro hoje em dia acrescentar músicas novas sob esta égide, abro uma garrafa de vinho, fumo o primeiro cigarro e começo a escrever.
A determinada altura da minha vida percebi que preciso disto. De completar este ritual para entrar numa espécie de transe dentro de mim mesma e conseguir extrair de mim própria aquilo que mais gosto de fazer. E que aparentemente sei fazer relativamente bem e com manifesta facilidade.
É assim também com os cigarros. Ainda que politicamente incorrecto não consigo deixar de referir os cigarros na parte da minha vida que é a escrita. A maioria do textos criativos que fui espalhando pela vida fora, sob os mais diversos suportes, incluem cigarros. Acho, por vezes, que tenho em mim esse cromossoma destrutivo que só nos permite extrair beleza da alma e das palavras enquanto de alguma forma nos destruimos a nós mesmos, aos poucos também.
Não sou escritora, jornalista ou sequer feiteiceira de palavras. Mas sou eternamente apaixonada pela escrita. A minha e a dos outros.

[Sem título]

Sê grato à vida, (perdoa-lhe) mesmo quando a lâmpada se apaga a meio do caminho e não sabes onde encontrar o interruptor que acende o pensamento.


Credo!

Ainda não são 18h e eu já estou a beber e a fumar!

Lost in Lisbon #1




Hoje ao almoço

Conseguimos concluir que se não morreres de velho é porque foste comido.

(Já não dava tão boas gargalhadas há muito tempo!)

Não gosto

Da parte de mim que só trabalha bem sob stress.

Ana A., um retrato:

Sou alérgica a pêlos mas tenho a gata mais bonita do mundo e já não sabia viver sem ela. Era capaz de me tornar viajante profissional mas nada me sabe tão bem como regressar a casa. Divido a vida entre o Norte onde tenho casa e Lisboa que é o sítio onde trabalho. Sou bimbólica assumida mas deixo sempre a cozinha para as visitas. Poucas coisas me sabem tão bem como estar com os amigos mas o meu ídolo será sempre a minha mãe. 
Sou um emaranhado de contradições que nem sempre fazem sentido. Mas sei que o sentido das coisas será sempre o meu.

Já estrava a estranhar!

Consegui passar uma manhã inteira fechada numa sala em reunião e sem ser assediada na Turquia.

Mas claro que mal sai para almoçar fui convidada para ir ver bailarinas de dança do ventre e ir também dançar com um turco!

Até agora,

2014 tem-se revelado uma continuação do ano anterior.

Tenho mais um colega que vai deixar a equipa e cada vez me sinto mais num barco a afundar e só quero saltar dali para fora.

Agora que já me roubaram a vontade de dormir.

Sinto falta de um projecto pessoal que me apaixone ao ponto de me tirar o sono.

Modéstia à parte!

Sei que sou brilhante quando no meio de uma festa surpresa que me organizaram no fim-de-semana para comemorar os meus 30 anos de vida, me saio com frases destas: 

"Nestes 30 anos aprendi que a vida é demasiado curta para ler maus livros, ver maus filmes e ter mau sexo".


Your welcome,

Ana

Os 30:

#4 - Mostram-nos que sabe bem ter alguém para quem regressar no final do dia.

Estivador:

Atração fatal!