Quando acordarmos os dois juntos no meio das montanhas, vou saber que é para a vida toda.
Viver é:
Oferecer um bilhete de um concerto a um desconhecido. Ir correr a São Silvestre em Dezembro. Cozinhar com amor jantares para amigos cá em casa. Mimar a minha mãe. Provocar gargalhadas ao meu filho. Dizer que te amo. Perdoar quem me magoou. Construir oráculos. Escrever manifestos. Imprimir fotografias do Verão. Dizer piadas parvas. Abordar desconhecidos. Aceitar os passos atrás. Aprender sempre e todos os dias. Comprometer-me.
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A tua cara começa a perder os pormenores na minha memória mas o meu corpo ainda tem a forma do teu.
Lição n.º 83
Quando magoamos intencionalmente alguém estamos só a criar nós para vir desfazer numa próxima vida.
Ganhar o dia!
Receber um telefonema em que o Adolfo Luxúria Canibal elogiou amplamente o meu trabalho.
Favoritos do Mês:
Setembro: mês do Outono e do Equinócio!
Música favorita: Give me Tonight
Aprendizagem favorita: Nós atraímos aquilo que somos
Mantra favorito: Deixa fluir
Objecto favorito: Ganesha em versão porta-chaves
Peça de roupa favorita: Top que parece um guardanapo (segundo o meu melhor amigo)
Compra favorita: Gabardine cor-de-rosa
Comida favorita: Panquecas de chocolate com banana
Momento favorito: A submissão da minha candidatura
Lugar favorito: Vilar de Perdizes
Pessoa favorita: Padre Fontes
Maternidade em modo zombie
[...] A sensação de ter entregue a minha liberdade por algo que não me estava a fazer feliz. Não há felicidade possível numa cabeça fundida e com um raciocínio lógico comprometido.
In Maçã de Eva
Uma palavra de cada vez...
Letra a letra, frase a frase, ponto a ponto, passo a passo, dia a dia. Aos bocadinhos vou re-escrevendo a minha história.
Para mais tarde recordar!
Não trocaria a minha vida actual no Porto por qualquer outra versão da mesma que pudesse estar a viver.
Memórias de Outono.
Hoje a luz do Porto só me traz memórias das minhas tardes em Trás-os-Montes na escola secundária, também chamado de Liceu, do calor maduro de Outono em que começava a despir as camisolas até ficar de manga curta, das minhas melhores amigas e da estupidez que nos era caractarística, das skinny jeans castanhas, All Star beges e camisola rosa com um cão castanho que a minha madrinha me ofereceu num longínquo Natal.
A vida é só uma peça de teatro que nos limitamos a representar até a personagem do papel se colar à nossa pele de tal forma que se torna quase impossível viver fora deste corpo que já não nos pertence.
Definitivamente as pessoas dão demasiada importância às trivialidades da vida. Eu vou representando o papel que esperam de mim enquanto lentamente me descolo da personagem e vou reinventando outra que me agrade mais.
A vida é só uma peça de teatro que nos limitamos a representar até a personagem do papel se colar à nossa pele de tal forma que se torna quase impossível viver fora deste corpo que já não nos pertence.
Definitivamente as pessoas dão demasiada importância às trivialidades da vida. Eu vou representando o papel que esperam de mim enquanto lentamente me descolo da personagem e vou reinventando outra que me agrade mais.
Pausa!
Sabes que precisas realmente de férias quando chegas ao trabalho e a primeira coisa que fazes é escrever o teu out of office.
Em Paz...
Acho que a paz pode ser definida como este sentimento de me olhar ao espelho no final do dia, com o cabelo apanhado, brincos pequenos nas orelhas e sorrir pela lembrança de TU, o Homem que mais amei e com decidi ter um filho, me dizeres o quanto gostavas de me ver com brincos pequenos.
Breve introdução ao Conceito: Incredulidade
Receber um email para fazer o check in de um vôo hoje à tarde de Frankfurt para o Porto.
Nunca pensei escrever isto...
Ficar sozinha com o meu filho foi definitivamente das melhores coisas que me aconteceram.
E nos atraímos aquilo que somos.
O motivo pelo qual eu sei que terei sempre relações especiais com outros seres humanos é porque tenho um compromisso comigo própria de ser todos os dias um bocadinho melhor.
Ana A., um retrato:
Tens um problema que é simultaneamente uma vantagem: quando desejas alguém é com todos os poros da tua pele.
Melhor definição de viver:
Ir a Londres ver um concerto de um músico que descobrimos há um par de dias assim do pé para a mão!
Não é apanhar uma avião, mas...
Vou meter-me num carro e ir percorrer o país de lés a lés, daqui a um par de dias!
Um lugar só meu...
Há um Mundo na minha cabeça que está directamente ligado ao meu coração.
É um mundo que eu construo cheio de cores, cheiros e sabores, onde unicórnios povoam essa terra e as árvores cheiram a final de Verão. É um mundo de floresta tropical e selvagem porque afinal de contas a liberdade será sempre um dos meus valores centrais. É um mundo onde absolutamente toda a acção tem um propósito e a aleatoriedade é apenas uma brincadeira de crianças inconsequentes que serve para pouco mais do que decidir quando não se sabe o caminho a escolher. É um mundo onde os bosques são florestas pequeninas que vão crescendo devagar, sempre sob a minha supervisão atenta. É um mundo rodeado de mar porque a água é o meu estado da alma e não sei viver sem me perder em qualquer imensidão. É um mundo transbordante de Amor, nos seus 3 estados principais: Eros, Philia e Agape. É um mundo cheio de equipas, porque a vida não faz sentido de outra forma, já que se queremos ir longe vamos juntos. É um mundo de pés descalços, cabelos compridos e roupas largas. É um mundo só meu mas está preenchido por tantas e tantas pessoas...
Se assim não fosse, também não faria sentido nenhum.
Ainda assim, Obrigada!
Mesmo que eu tentasse agradecer à Vida, todas as pessoas que ela me trouxe, ficaria sempre aquém.
Mishap:
Esta deve ser provavelmente a minha segunda palavra favorita na língua inglesa.
Quem me a ensinou foi um alemão de Estugarda, professor de Inglês e que conheci numa formação em Oeiras.
E para mim, encerra em si este sentimento de serenidade mesmo quando as coisas que tu gostavas muito que acontecessem acabam por não se realizar.
A primeira é Serendipity, caso se estejam a indagar.
Realidade Paralela
Veres a actual história da tua vida numa série de televisão, assim preto no branco e com tantas semelhanças que nem parece possível.
A memória mais doce de 2017!
Passa por ouvir esta música, numa praia deserta à noite, enquanto se via a chuva de estrelas de Agosto e se pediam desejos na companhia das melhores pessoas que o Porto me trouxe até agora.
Delírios Matinais:
Vires a conduzir a caminho do trabalho, ouvires uma música na rádio e teres a certeza de que será uma das músicas tocadas no teu casamento!
O Mundo voltou a ser um lugar bonito!
Acabo de avistar dois marinheiros giros e fardados na Baixa do Porto.
Ponto Zero:
Num mundo cada vez mais desconectado e onde parece que buscamos conexão à força e à bruta se for preciso, ter o meu filho foi a melhor coisa que me podia acontecer!
Das memórias:
Hoje a minha avó chegou-me à lembrança na forma de um cheiro a refogado muito próprio que ela fazia numa panela de ferro fundido na cozinha do fumeiro naquela aldeia perdida onde cresci...
Um dos meus problemas:
Nunca foi falta de coragem para fazer as perguntas, mas sim falta de estofo para ouvir as respostas.
Tudo parece voltar à normalidade...
Quando o gajo passa mais tempo com a tua gata do que tu própria!
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Espelho:
Eu também já fui a pessoa que cortava amarras a direito e a frio.
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Pagar ou não pagar 350 euros por umas jantes especiais??? Eis a questão!
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Começo a preocupar-me seriamente com a minha própria sanidade mental... Isto porque estou farta de férias, de não ter nada para fazer, de nã...
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Eu também já fui a pessoa que cortava amarras a direito e a frio.










