Sei que não sou uma pessoa simples ou comum

#9 - Quando tenho por amiga a actual namorada do meu ex-quase marido.

Sei que estou a necessitar urgentemente de ir de férias

Quando designo os meus amigos como stakeholders, como se as pessoas e as relações que estabelecem pudessem estar registadas num fluxograma de um qualquer Sistema de Gestão.

No jantar de amigos aprende-se:

Que aquilo que um homem apaixonado designa por fabulosa, é considerado pelos amigos um trubufu!

Instantâneos de Lisboa #12


Lição n.º 52

Há pessoas que nos dão asas.

Adjectivo da Semana:

Fortíssima.

Uma música por dia, nem sabe o bem que lhe fazia!



Lição n.º 51

Nada é mais relativo do que a importância que damos a situações, acontecimentos e/ou pessoas.

Outras alturas em que um gajo também me dava jeito.

Em dias tipo hoje, em que tenho de lavar o carro, tratar do aparelho da Via Verde que deixou de funcionar e ainda mudar a fechadura do correio.

A escolha da função do dito está entre um namorado ou um assistente pessoal.

Porque não? Porque sim? Porque posso.

"Somos as pontas de uma mesma fita 
e acordamos atados de manhã num
nó que ainda demora a desfazer. Ao 

levantar-me, arrasto-te comigo, mas 
no resto da vida é ao contrário - e eu 
nem me importo que me leves atrás 
se o laço for contigo, e apertado. Mas, 

quando calha, é mais comprida a fita; e 
eu - inquieta, sem saber onde estás - fico 
a contar os metros, aflita, e a magicar em 
franzidos e embaraços. Eis se não quando 

tu pareces amarrotado de cansaço e nos
meus braços logo te desfias. Vencido 
o susto, passa-se a fita a ferro - para 
se enredar de novo num nó cego que 
de manhã vai ser um custo desatar." 


Maria do Rosário Pedreira

Hoje pus em prática aquela famosa frase que diz:



E agora?

Acaba de me cair no colo, a oportunidade de emendar um dos arrependimentos.

Lamechas é o carai...

[...]

P.S. (para os homens): Nunca confiem num ser que sangra durante uma semana, todos os meses, e não morre!


Sei que não sou uma pessoa simples ou comum

#8 - Quando meço a minha relação com as pessoas não pelo tempo que passou mas pelo grau de intimidade que estabeleci com cada uma.


Ser solteira aos (quase) 30 é:

#45 - Chegar a casa à 1h da manhã cheia de areia em todos os sítios mas com um sorriso nos lábios.

Deixei-me conquistar


Primeiro resmunguei, que quem me conhece sabe que eu não sou pessoa de trocar só por da cá aquela palha. Mas quando vi que não havia nada a fazer, comecei à procura de substituto à altura.

O primeiro eleito foi o Feedly mas o aspecto inicial da coisa não me convenceu. 

Segui para o Bloglovin e gostei do aspecto mas o facto de ter de abrir os blogs para ler os posts por inteiro não se coaduna comigo.

Regressei ao Feedly e vi que a coisa tinha melhorado graficamente e por ali fiquei.

Mas apanharam-me mesmo o ponto fraco foi com a App. Sem dúvida um dos seus pontos mais fortes.

Vamos ver se é desta que temos relação duradoura!

Não me perdoo.

Aquela coisa de quem não se arrepende de nada do que fez, é conversa típica de miúdos que nunca cresceram e não querem sequer pensar na vida e na consequência das escolhas que fazem à medida que vão traçando o seu caminho.

É o mesmo que alguém dizer que nunca errou e é o supra-sumo do mundo porque fez sempre o certo. Que é diametralmente oposto a fazer o que se acha certo numa determinada altura/acontecimento da vida.

E todos sabemos que há muitas coisas que teríamos mudado se tivessemos o dom da profecia inscrito em nós. Ainda ontem ao jantar aflorava o tema com uma amiga, a propósito dos relacionamentos que não teríamos tido se soubessemos o que sabemos hoje. 

Obviamente que esta é conversa de velhos. Lembro-me perfeitamente de ouvir os meus pais e avós a falarem disto e eu achar que aquilo era uma conjunto de gente envelhecida e amargurada com as escolhas que fez e que eu nunca seria assim porque iria sempre decidir em consciência para que o tal peso da arrependimento nunca me entrasse alma adentro. Tão ingénuos que nós somos aos 15/16 anos.

Hoje, outros tantos anos a mais, arrependo-me de não ter ido trabalhar para a Guiné quando tive a oportunidade, de não ter nunca vista Cat Power ao vivo, de ter aceite um trabalho onde fui explorada desde o primeiro dia, de nunca ter tirado a licenciatura em Jornalismo, de ter perdoado pessoas que me fizeram mal, de ainda não ter arranjado o tempo necessário para aprender alemão, de ter magoado pessoas que não mereciam, de não ter dado o melhor de mim em muitas alturas em que isso era o mínimo aceitável.

Mas hoje olho para trás e percebo que fiz sempre o melhor que pude dadas as circunstâncias que vivia. Há alturas em que não temos maturidade suficiente para pura e simplesmente fazermos melhor.

No entanto, há uma coisa que não me perdoo ainda. 

Não ter lido Saramago mais cedo. 

Onde estás esta semana, Ana?




# 35 - A curtir o S. João, Porto

Ser solteira aos (quase) 30 é:

#42 - Perceber que se tem padrões acima da média.

Então este fim de semana


Vir para o Porto!

Sinto

Que a minha alma está a precisar de experiências limite para poder continuar a crescer.

Ser solteira aos (quase) 30 é:

#40 - Descrever um homem e a interacção com o mesmo e ter uma das melhores amigas do outro lado do telefone a confirmar que ele encaixa no perfil de estranheza a que já a habituei.

Se a minha mãe

Me visse a comer sardinhas ontem à noite, teria orgulho em mim!

Hoje é um desses dias.

E depois há os dias em que apostamos com a vida, ela própria, só para vermos se estamos realmente dispostos a abdicar das nossas convicções por um bem maior.

O problema não és tu

[...]

Estamos todos na mesma onda, simplesmente, nem sempre, estamos no mesmo barco.


Instantâneos de Lisboa #11


Será que temos nova saga?


Devia travar conhecimento urgente com o meu vizinho do lado. 

Afinal de contas andamos os 2 a chegar a casa de madrugada há já vários dias.

Estivador:

Atração fatal!