#9 - Quando tenho por amiga a actual namorada do meu ex-quase marido.
Sei que estou a necessitar urgentemente de ir de férias
Quando designo os meus amigos como stakeholders, como se as pessoas e as relações que estabelecem pudessem estar registadas num fluxograma de um qualquer Sistema de Gestão.
No jantar de amigos aprende-se:
Que aquilo que um homem apaixonado designa por fabulosa, é considerado pelos amigos um trubufu!
Ser solteira aos (quase) 30 é:
#46 - Sair de casa às 8h30 de um dia a regressar às 03h do dia seguinte.
Por aqui
Abateu-se a nostalgia de tal modo que estes finais de tarde só me dão vontade de ir embora.
Em verdade te digo, Ruben Patrick
[...]
Os únicos amores que são para sempre são os que nunca chegaram a acontecer.
Os únicos amores que são para sempre são os que nunca chegaram a acontecer.
Lição n.º 51
Nada é mais relativo do que a importância que damos a situações, acontecimentos e/ou pessoas.
Outras alturas em que um gajo também me dava jeito.
Em dias tipo hoje, em que tenho de lavar o carro, tratar do aparelho da Via Verde que deixou de funcionar e ainda mudar a fechadura do correio.
A escolha da função do dito está entre um namorado ou um assistente pessoal.
Porque não? Porque sim? Porque posso.
"Somos as pontas de uma mesma fita
e acordamos atados de manhã num
nó que ainda demora a desfazer. Ao
levantar-me, arrasto-te comigo, mas
no resto da vida é ao contrário - e eu
nem me importo que me leves atrás
se o laço for contigo, e apertado. Mas,
quando calha, é mais comprida a fita; e
eu - inquieta, sem saber onde estás - fico
a contar os metros, aflita, e a magicar em
franzidos e embaraços. Eis se não quando
tu pareces amarrotado de cansaço e nos
meus braços logo te desfias. Vencido
o susto, passa-se a fita a ferro - para
se enredar de novo num nó cego que
de manhã vai ser um custo desatar."
e acordamos atados de manhã num
nó que ainda demora a desfazer. Ao
levantar-me, arrasto-te comigo, mas
no resto da vida é ao contrário - e eu
nem me importo que me leves atrás
se o laço for contigo, e apertado. Mas,
quando calha, é mais comprida a fita; e
eu - inquieta, sem saber onde estás - fico
a contar os metros, aflita, e a magicar em
franzidos e embaraços. Eis se não quando
tu pareces amarrotado de cansaço e nos
meus braços logo te desfias. Vencido
o susto, passa-se a fita a ferro - para
se enredar de novo num nó cego que
de manhã vai ser um custo desatar."
Maria do Rosário Pedreira
Lamechas é o carai...
[...]
P.S. (para os homens): Nunca confiem num ser que sangra durante uma semana, todos os meses, e não morre!
P.S. (para os homens): Nunca confiem num ser que sangra durante uma semana, todos os meses, e não morre!
Sei que não sou uma pessoa simples ou comum
#8 - Quando meço a minha relação com as pessoas não pelo tempo que passou mas pelo grau de intimidade que estabeleci com cada uma.
Ser solteira aos (quase) 30 é:
#45 - Chegar a casa à 1h da manhã cheia de areia em todos os sítios mas com um sorriso nos lábios.
Deixei-me conquistar
Primeiro resmunguei, que quem me conhece sabe que eu não sou pessoa de trocar só por da cá aquela palha. Mas quando vi que não havia nada a fazer, comecei à procura de substituto à altura.
O primeiro eleito foi o Feedly mas o aspecto inicial da coisa não me convenceu.
Segui para o Bloglovin e gostei do aspecto mas o facto de ter de abrir os blogs para ler os posts por inteiro não se coaduna comigo.
Regressei ao Feedly e vi que a coisa tinha melhorado graficamente e por ali fiquei.
Mas apanharam-me mesmo o ponto fraco foi com a App. Sem dúvida um dos seus pontos mais fortes.
Vamos ver se é desta que temos relação duradoura!
Ser solteira aos (quase) 30 é:
#44 - Saber quando a recusa de um determinado convite leva a um aumento de interesse.
Comecem a contar, vá!
Quantas vezes nas vossas vidas não dizem a alguém que não precisa de pedir desculpa ou não é a vocês que tem de pedir desculpa, apenas porque estão demasiado lixados e consequentemente incapazes de aceitarem as desculpas dessa pessoa?
Ser solteira aos (quase) 30 é:
#43 - Comprovar com os próprios olhos que homens de kilt não usam roupa interior.
Não me perdoo.
Aquela coisa de quem não se arrepende de nada do que fez, é conversa típica de miúdos que nunca cresceram e não querem sequer pensar na vida e na consequência das escolhas que fazem à medida que vão traçando o seu caminho.
É o mesmo que alguém dizer que nunca errou e é o supra-sumo do mundo porque fez sempre o certo. Que é diametralmente oposto a fazer o que se acha certo numa determinada altura/acontecimento da vida.
E todos sabemos que há muitas coisas que teríamos mudado se tivessemos o dom da profecia inscrito em nós. Ainda ontem ao jantar aflorava o tema com uma amiga, a propósito dos relacionamentos que não teríamos tido se soubessemos o que sabemos hoje.
Obviamente que esta é conversa de velhos. Lembro-me perfeitamente de ouvir os meus pais e avós a falarem disto e eu achar que aquilo era uma conjunto de gente envelhecida e amargurada com as escolhas que fez e que eu nunca seria assim porque iria sempre decidir em consciência para que o tal peso da arrependimento nunca me entrasse alma adentro. Tão ingénuos que nós somos aos 15/16 anos.
Hoje, outros tantos anos a mais, arrependo-me de não ter ido trabalhar para a Guiné quando tive a oportunidade, de não ter nunca vista Cat Power ao vivo, de ter aceite um trabalho onde fui explorada desde o primeiro dia, de nunca ter tirado a licenciatura em Jornalismo, de ter perdoado pessoas que me fizeram mal, de ainda não ter arranjado o tempo necessário para aprender alemão, de ter magoado pessoas que não mereciam, de não ter dado o melhor de mim em muitas alturas em que isso era o mínimo aceitável.
Mas hoje olho para trás e percebo que fiz sempre o melhor que pude dadas as circunstâncias que vivia. Há alturas em que não temos maturidade suficiente para pura e simplesmente fazermos melhor.
No entanto, há uma coisa que não me perdoo ainda.
Não ter lido Saramago mais cedo.
Não ter lido Saramago mais cedo.
Então este fim de semana
É um dos mais agitados em Lisboa, com marinheiros giros a passearem-se por lá e dispostos a conhecer as maravilhas da cidade e eu decido o quê?
Vir para o Porto!
Disseram na televisão
Que o Verão tinha chegado ontem.
Esqueceram-se de mencionar que isso não incluía o Porto!
É lixado ser gaja!
E a porcaria da net do Alfa me apagar um post enorme e lindíssimo.
Estou que não posso!
Por isso prefiro nem pensar no caso.
A familiaridade da situação deixa-me com um medo irracional.
De qualquer modo, seja qual for o caso, a decisão está tomada.
Ser solteira aos (quase) 30 é:
#40 - Descrever um homem e a interacção com o mesmo e ter uma das melhores amigas do outro lado do telefone a confirmar que ele encaixa no perfil de estranheza a que já a habituei.
Hoje é um desses dias.
E depois há os dias em que apostamos com a vida, ela própria, só para vermos se estamos realmente dispostos a abdicar das nossas convicções por um bem maior.
O problema não és tu
[...]
Estamos todos na mesma onda, simplesmente, nem sempre, estamos no mesmo barco.
Será que temos nova saga?
Devia travar conhecimento urgente com o meu vizinho do lado.
Afinal de contas andamos os 2 a chegar a casa de madrugada há já vários dias.
Sei que não uma pessoa simples ou comum
#7 - Quando avalio os homens pelas compras que fazem no supermercado.
Ser solteira aos (quase) 30 é:
#39 - Pensar em comprar um Santo António só para ver se a coisa descola!
Ser solteira aos (quase) 30 é:
#38 - Ser embaixadora e dar as boas-vindas a mais um membro do "Clube dos Solteiros/Divorciados aos 30".
É agora que começo a preocupar-me
Vim beber sozinha o copo do final do dia!
Nunca o álcool me soube tão bem!
Breve introdução ao Conceito: Reencontro
Chegar a casa, sentir o cheiro da mesma e ser inundada por dezenas de recordações.
Breve introdução ao Conceito: Loucura
Comprar hoje uma viagem para a Califórnia para o dia 16 de Julho!
Sabemos que estamos a ficar velhas quando... (10)
Descobrimos que a Técnica do Sanduíche se passou a chamar Técnica do McFeedback Burguer.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Estivador:
Atração fatal!










































