Trauma:

Não sei ser eu própria quando me vêem. Menos ainda quando alguém gosta de mim tal como eu sou

Passaram 7 anos.

Desde que me lembrei do quanto gostava que me fizessem festinhas na barriga.

Estreias:

Sentir pela primeira vez que quero alguém que também tome conta de mim. Por mais assustadora que a ideia me possa parecer. Por mais difícil que seja reconhecer-me em mim mesma perante esta perspectiva. 

A memória mais dolorosa:

A manhã de 9 Janeiro em que o pai do meu filho saiu de casa para entrar num avião a caminho da Suíça e eu fiquei completamente sozinha em casa, com um barrigão de 8 meses de gravidez a dilacerar-me interiormente por estar a sentir o maior abandono de todo a minha vida. 

Espelho:

 Eu também já fui a pessoa que cortava amarras a direito e a frio.