Ainda antes do ano acabar, estou apostada em:

  1. Ir a Serralves ver a exposição do Mapplethorpe
  2. Atravessar o rio de barco.
  3. Visitar a Sinagoga do Porto.
  4. Preparar uma supresa para a família do coração.
  5. Ir ao Planetário do Porto.
  6. Levar o meu filho a apreciar as luzes de Natal.
  7. Defender a minha Prova de Qualificação do Doutoramento.
  8. Cumprir um desafio de Instagram.
  9. Escrever os meus desejos/planos para 2019.
  10. Matar saudades de 2 amigas que vivem no estrangeiro.
  11. Dar uma entrevista sobre o meu novo Projecto a uma publicação local.
  12. Escrever uma reportagem sobre Amadores!
  13. Subir a Ponte da Arrábida.
  14. Enviar Postais de Natal para 5 países da Europa.
  15. Fazer 35 anos e esquecer-me desse dia o melhor que conseguir.

Mesmo sem melodia.

A maior parte das pessoas caminha, mas eu quero alguém que dance!

Tertúlia Matinal:

Sobre o ócio e os Flanêur.

Hannukah:

No dia em que se celebra o Natal Judeu e a festa da Luz passei o dia inteiro com o meu filho em casa a construir memórias felizes e a aproveitar o privilégio desta vida que construímos os dois.

O meu maior medo:

Nunca encontrar um companheiro para esta dança que é a vida.

Ausência.

Sempre que te ausentas da cidade eu sinto-me desprotegida e como se estivesse a viver num sítio completamente novo pela primeira vez.

Guimarães:

Será sempre a cidade agridoce de 2018.

Mas só isso não chega...

Tenho a convicção plena que se um tivesses de escolher entre salvar a vida de uma das mulheres que te rodeiam, eu e o meu filho, seríamos os escolhidos sem a mínima hesitação.

Conceitos-Chave na Vida:

Equilíbrio - Amor - Propósito - Tempo

Acho que preciso de lhe pedir conselhos:

Acabo de chocar de frente com um dos terapeutas do Casados à Primeira Vista no corredor do meu local de trabalho!

Ou então és só menina no expoente máximo da coisa!

Sabes que és millennial quando fazes o teu cronograma de atividades de investigação com as cores do arco-íris.

Impagável

A sensação de chegar ao Rivoli para trabalhar e sentir que estou em casa!

O telemóvel como analogia de vida.

Durante mais de 2 anos tive o meu telemóvel sempre em silêncio ou apenas a vibrar. Como se não quisesse ouvir o mundo nem estivesse disponível para ruídos externos tal a barulheira que ia aqui dentro que nem eu própria me conseguia ouvir.

De há uns meses para cá decidi mudar os toques e o meu alerta de mensagem é tal que faz toda a gente olhar para mim e o meu filho rir às gargalhadas!

Das minhas memórias:

O Outono é muito mais bonito nas florestas da Holanda.

Palavras para Outubro:

Expectativas - Desapego - Bilateralidade - Alquimia - Chama - Solidez - Foco - Crença - Transcendência.

Ana sendo Ana!

Primeira aula de Economia Circular na Faculdade de Engenharia, Ana entra numa sala de putos imberbes a aprender Programação IOS e percebe que deve estar enganada. Entra e sai em menos de 10 segundos. 

Ana entra finalmente na sala certa, atrasada, e acaba sentada numa mesa com várias pessoas, entre elas um casal de 30 anos casado de aliança. Ali a meio da aula pergunta porquê e remata com um: Ah! Não há problema, mais ano menos ano vocês acabam a ter uma relação moderna!

Não admira que Ana seja inesquecível na vida das pessoas!

Aceitar:

A palavra mais difícil da Língua Portuguesa.

Mais uma vitória de 2018!

Acabo de criar a minha primeira entrada na Wikipedia sobre uma mulher que vale a pena saber quem foi!

E as saudades:

De me perder num Homem que cheire bem!

Finamente alguém que me entende!

Marc Augé escreve: "A produção individual de sentido é, pois, mais do que nunca, necessária."

Esta frase, por si só, justificaria toda a existência deste blog.

Questão Incompreensível:

Um dia ainda vou perceber a atracção que o meu rabo exerce nos outros que têm sempre vontade de lhe dar umas palmadas!

Livres Interpretações:

Há uma frase que diz mais ou menos isto: Tudo vai ficar bem no final, se não está bem é porque isto ainda não é o final. Eu acho que posso extrapolar daqui outra interpretação: O Amor ganha sempre, se não ganhou então é porque não era Amor.

Abecedário para (o que resta de) 2018:

Amar. Beijar. Colidir. Debater. Extrair. Fundir. Gingar. Harmonizar. Investir. Jubilar. Lamber. Merecer. Namorar. Orientar. Possuir. Questionar. Reconhecer. Sucumbir. Transformar. Unir. Velejar. Xeretar. Zelar.

Favoritos do Mês

Agosto: Mês Imperial




Imagem favorita: Os passeios do Porto

Livro favorito: Silêncio na era do ruído 

Música favorita: Blinded

Série/filme favorito: Traições (Con)Sentidas

Ted Talk favorita: Why I'm done trying to be "man enough"  

Aprendizagem favorita: O amor é um bolo que temos de receber por inteiro

Mantra favorito: Os milagres acontecem quando estás disponível para os receber

Objecto favorito: A minha agenda

Peça de roupa favorita: Bikini verde

Compra favorita: Camisola laranja às riscas

Comida favorita: Nachos com abacate

Momento favorito: O fim-de-semana de praia com o meu filho

Lugar Favorito: Praia da Memória

Pessoa favorita: Lara

Verbo da Semana:

NVivar.

Frase do Dia:

Se queres chegar ao Castelo, tens de atravessar o fosso.

Ana A. em cartas de Tarot:

Mãe: Eu preservo a manutenção da vida, o fluxo das coisas que passam, o equílibrio acima de tudo, a luz. Crio pelo movimento, pelo fogo na dose certa, pela destruição do supérfluo que permite a manutenção do valioso. (16 - A Temperança)

Virgem: O que me intriga é a vida e o que acontece nela, toda a criação, a forma como tudo se relaciona e cria interferência e interacção. Eu celebro-me sendo a melhor versão de mim mesma sempre, sendo brilhante no que faço, curiosa com os acontecimentos da minha vida e inexperiente em relação a tudo, mas criando e acreditando nas possibilidades e na descoberta das coisas novas. (17 - A Estrela)

Sereia: O que atrai os outros é a minha capacidade de ver para lá do óbvio e do que possa aparentemente ser justo, é o facto de conseguir ver com o coração e não só com os olhos e compreender o todo em vez de apenas as partes, percebendo o jogo de interacções e de ecossistemas. Celebro a minha sexualidade com o domínio do fogo que consome, com a exploração de todos os sentidos e com alguém que alimente a minha vagina, o meu cérebro e o meu coração. (8 - A Justiça)

Sedutora: Tento controlar tudo o que me acontece, porque tenho sempre uma palavra a dizer sobre tudo e acredito na minha capacidade de aceitar isso, e todos os que se cruzam comigo, porque de algum modo me sinto superior a eles e com uma visão mais alargada do Mundo. Tento sempre ver todas as situações como positivas e qual a melhor forma de tirar proveito delas e por isso nunca lhes resisto e vou com elas, porque sei que as situações se mudam de dentro, quando se aceita e se imerge nunca deixando de acreditar na mudança. (20 - O Julgamento)

Sábia: Sei que todo o conhecimento é um sistema complexo e intrincado de várias coisas, é um conhecimento proveniente do todo, de ter cabeça (razão), coração (emoção) e alma (espírito) a funcionar em conjunto com o mesmo objectivo. A minha sabedoria deve ser partilhada com todos, com o Mundo e só pode acontecer depois de tudo fazer sentido e se harmonizar em pleno porque só assim o ciclo se fecha. Preciso de ir à Índia e ao Egipto antes disso. (21 - O Mundo)

Fada-Madrinha: O meu dom é a minha capacidade de reinar e de fazer de cada um o responsável e o comandante da sua vida, através do exemplo de mim mesma. Geralmente os outros olham para mim como um adversário temível e de força e por isso cabe-lhes decidir se querem estar contra mim ou ao meu lado. Em qualquer dos casos a minha força nunca diminui, só aumenta. (4 - O Imperador)

Esposa: Sou casada comigo mesma, com os meus compromissos e ideiais, com a sabedoria e a procura desse saber. O meu interesse é acumular conhecimento que possa pôr em prática seja de que forma for, depois da devida reflexão. Dedico-me de forma total ao que amo, através da sabedoria, dos mistérios, dos segredos e da intuição e da compreensaão do feminino em mim e no Mundo. (2 - A Sacerdotisa)

Bruxa: A minha loucura é o mais temível, a minha capacidade infinita de seguir em frente e começar novas viagens sem ter necessariamente terminado as anteriores e ir sem saber por onde e muitas vezes sem saber porquê. A facilidade com que desfaços nós e laços, que muitas vezes é confundida por liberdade quando é apenas só término, assusta os outros. Preciso de aprender a querer ficar, a permanecer mais algum tempo, a deixar que os ciclos terminem sem ter necessariamente que queimar etapas, a construir casas com tijolos e não apenas de palha. (22 - O Louco)

Amazona: Eu luto pela minha própria essência feminina, pelo meu lugar no mundo enquanto mulher, miúda e mãe e para isso preciso de estar disponível para lidar com a minha sombra, com as coisas que não gosto em mim e das quais não me orgulho, para que elas não me distraiam no caminho da sabedoria. Não me posso esquecer do objectivo maior mas tenho de ir ganhado as pequenas batalhas. (18 - A Lua)  

O que faltou sempre...

Sentir-me segura com outra pessoa.

De hoje:

Estou a ouvir uma música na rádio que foi produzida por um ex-amante que tive nos
meus tempos de solteira em Lisboa e não consigo deixar de sorrir pela vida cheia que já fui acumulando até aqui...

No tempo certo.

Chegar a casa e assistir ao fogo de artifício enquanto fumo um cigarro na varanda.

Reflexão do dia...

Talvez a minha energia toda para os princípios me impeça de ficar e assistir devidamente aos finais.

Mood do Dia:

Não preciso de alguém que tenha tudo percebido, arrumado ou solidificado. Mas procuro mesmo alguém que tenha a resistência necessária para enfrentar os seus demónios e saiba que caminho quer trilhar.