Fui galardoada...




Fui nomeada três vezes para o Thinking Blogger Award...
Ainda não sei quando é que recebemos um prémio, mas nomeações já conto com três. Uma da
Shadow in Love, outra da Insideout e ainda outra da In.
O Thinking Blogger Award é um prémio que indica que o nosso blog deixa alguém a pensar nas nossas ideias. Que aquilo que escrevemos faz alguém reflectir sobre isso.
Não sabia que fazia pensar alguém, mas pelos vistos faço! Não que seja mau, mas o único propósito do blog é fazer-me pensar a mim. Pelos vistos não sou a única. Será que também me posso nomear a mim mesma?!

É suposto que agora eu nomeie outros 5 blogs, que devem copiar o selo correspondente e afixá-lo na barra lateral do blog. Depois disso, devem nomear outros 5 blogs e fazer um post sobre o assunto.

Diga-se que isto é uma espécie de desafio corrente, mas tudo bem...


As minhas escolhas são:

[ momentos ]

O Mascarilha

Esplanando

Eyes Wide Open

Wolfhunter


Aguardo ansiosamente o Óscar para Thinking Blogger Award...

A varanda...



Sentou-se na varanda com vista sobre o Tejo.

Tinha saudades dessa varanda de há muitos anos. A mesma varanda que albergou noites passadas a dormir ao luar. Noites de Verão com um despertar sereno com o amanhecer. Já nem sabia contar as manhãs que ali acordara. Muitas vezes sozinha e outras tantas acompanha.

Foram tantos os que acordaram ao seu lado naquela varanda. Só faltava mais um.

Aquele que passaria a dormir ali consigo em todas as noites que ainda tinha pela frente...


Cores...



Somos todos feitos da mesma matéria.

As cores que nos pintam é que diferem...

De Lisboa...



Como muitos ficaram curiosos, aqui vai o resumo:


Domingo à tarde Lisboa é maravilhosa. Sem ninguém nas ruas e trânsito quase inexistente. A Avenida da Liberdade é um sonho ao ponto de conseguir ouvir os passarinhos. Experimentem, vale mesmo a pena...

Segunda dia de praia. Após uma maravilhoso almoço na Baía dos Golfinhos, em Caxias numa magnífica esplanada sobre o mar e com uma companhia fantástica, rumo a Cascais. Saudades de passear naquelas ruas. Já lá vão 5 anos que aquilo era a melhor parte da minha vida. Andei na praia a tarde toda pela linha fora até me perder em S. João do Estoril à procura da estação de comboios. Compensou o facto de ter tido motorista à chegada do comboio no Cais do Sodré e um jantar inesquecível. Com vista sobre Lisboa a anoitecer...

Terça rumo ao Chiado. Café na Brasileira em nome dos bons velhos tempos. Passeio no Bairro Alto e ida aos pastéis de Bélem. Jantar no Bairro Alto, onde também não ia há 5 anos, num sítio que eu adoro.


Pelo meio ficaram mais convites pendentes do que aqueles a que pude dar resposta. Esta vez foi dedicada a quem realmente importa.

Para a próxima logo vemos...


(P.S. Agora arranco os cabelos pela falta de tempo para um trabalho que devia estar pronto ontem!!!)





Citação IV




O primeiro passo para se ser sagrado é ser-se completo.



Neale Donald Walsch

A vida é um lugar estranho...



Não acredito em coincidências...

Já disse e escrevi isto vezes suficientes para me convencer a mim e aos outros que as coincidências não existem. Que não há uma acaso que nos ponha em determinados lugares e nos faça cruzar com certas pessoas.

Também não acredito no conceito de destino. Acho que podemos sempre controlar a nossa vida e não a deixar andar ao sabor do vento.

Fascina-me a forma como alguns entram nas nossas vidas. A simplicidade e facilidade com que o fazem. E assim como vêm, também vão.

É engraçado a forma como tentamos escapar às rotinas da nossa realidade seja de que forma for. Encontramos um elo que nos liga aos nossos sonhos e resolvermos segui-lo. No início é um escape, uma fantasia, um sonho. Depois torna-se quase tão vital como a rotina que impomos a nós próprios. Por vezes recuamos, temos medo do desconhecido, de não saber o caminho. A incerteza tira-nos forças, quando devia ser ao contrário. O medo paralisa grande parte das nossas acções com medo de outras tantas reacções.

Depois seguimos uns sonhos atrás dos outros. Deixamo-nos levar pelo balanço e ganhamos coragem. Até que por vezes esquecemos a força motriz que nos levou a avançar. Achamos que fomos apenas nós. Que mais tarde ou mais cedo tinha de acontecer. Recuamos perante a evidências e passamos a crer num destino superior que nos levaria a avançar por ali, fosse de que forma fosse.

Perdemos certas ilusões. Substituimos o que tínhamos por algo semelhante, mas de qualidade inferior. Apostamos no que sabemos, só navegamos com ventos conhecidos e queremos um mapa. Passamos a ter medo da ilusão.

Até ao dia em que voltamos ao espelho e vemos que conseguimos muito menos do que poderíamos ter tido. Que nos contentámos com a pior metade. Que as coisas podiam ter feito muito mais sentido, podiam ter tido muito mais sentido.

Quando percebermos isso pode ser tarde. Demais.

A vida é um lugar estranho...

100 Título...



Não sei bem o que escrever hoje. O que até é estranho, porque normalmente começo sempre por escrever o título do post e só depois é que vou construindo as frases que me apetece com base no título.

Mas hoje não sei o que escrever. Podia por aqui mais um post do Um dia escrevi assim, mas isso está especialmente guardado para os Sábados em que o tempo é mísero.

Hoje não tenho nada de especial a dizer.

Apetecia-me agradecer aqueles que se dão ao trabalho de me ler e mais ainda aqueles que me comentam e tentam animar os posts mais negros. Apetecia-me agradecer muito aqueles que trocam mensagens comigo quando me apetece ter algum contacto social com alguém. Apetecia-me agradecer aqueles que me conhecem bem demais ao ponto de saberem que às vezes só despacho conversa porque não tenho forças para discutir. Apetecia-me agradecer aos amigos que tornam a minha vida rica e cheia de experiências, vivências e afectos.

Mas isso seria pouco original. Não tenho nada a acrescentar que eles ainda não saibam.

Havia uma coisa que eu queria muito dizer hoje, mas que aqui não faz muito sentido. Precisa de um texto e um contexto. Além disso falta-me uma imagem e hoje não é um bom dia para a procurar.

Não sei...

Estou numa indecisão. O post anterior foi uma espécie de acto irreflexo, revoltei-me com a vida, pela enésima vez e apeteceu-me escrever aquilo.

Tenho e não tenho motivos. A minha bipolaridade diz-me que sim e que não. Tudo depende do ponto de vista, como já disse uma vez. Podia discursar sobre Enstein e a Teoria da Relatividade se tivesse conhecimentos sobre isso ou se me apetecesse procurar no Google. Mas não hoje.

Hoje estou cansada. Lisboa cansa...

Vou dormir.

Amanhã será um novo dia. Não sei se melhor se pior, mas novo será concerteza. E diferente...

Again...

A postar directamente de Cascais...
Está um dia lindo e eu sem tempo para o blog...
Again!

Sede...



A cada dia que passa, em vez de te esquecer, quero-te mais...


Tenho sede de ti...


A Esfera...



Por sinal

essa esfera que, me tentava sem me olhar

Nada mais era do que um som que me levava a tentar

Fugir de ti

Sair de ti


Uma vez mais

Sem saber porquê

Desisti para te dizer

Nada mais, quero mais

Senão for assim

Esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais

Mais, mais, quero mais, mais, mais

Por isso esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais


Só assim dá para mim conseguir que não doa mais

Que me deixes ir

Que me libertes de ti

Que não me faças sentir

Eu não quero cair

não me posso entregar

Sem que percebas que não podes julgar

E eu quero tentar poder acreditar

Que o aperto cá dentro um dia vai acabar

O monstro em mim nao irá sucumbir

Não desfalece por não conseguir

que olhes para mim, que me faças existir


Por isso esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais...



Pedro Khima - A Esfera

Only time...




Daqui a umas horas as recordações vão doer outra vez.



Porque as feridas curam, mas as cicatrizes permanecem...


Um dia escrevi assim II - A Porta...



Estás aí especado à entrada de porta sem saberes se queres entrar ou não!

Chegaste de mansinho, sem que eu ouvisse um mínimo de ruído qualquer. Devias ter calçado os teus chinelos e por isso trazias pezinhos de lã. Ou então vinhas descalço, não reparei!

Nem sequer dei conta dos ruídos das escadas a ranger, quando as subias p’ra finalmente tocares à minha campainha e dizeres que estavas ali.

Eu percebi quando abri a porta, que estavas ali à espera que eu decidisse por ti se irias entrar ou não. Mas eu não decidi e como tal continuas aí especado sem saberes o que fazer.

Acho que já te esqueceste que eu te abri a porta! Podia ter decidido que não iria abrir porque não me apetecia ter-te aí especado à espera da tua própria decisão. Mas abri, e como tal, convidei-te a entrar. Fui uma boa anfitriã, mas não posso decidir por ti…

Permaneces indeciso entre o ir embora para o frio da noite ou o entrar e abrigares-te no aconchego dos meus braços. Mas tu é que tens de saber o que queres fazer.

A dúvida em ti começa a instalar-se e perguntas-te interiormente se terás feito bem em vir aqui. Começo a ver a confusão nos teus gestos. Abanas a cabeça sem dizer nada, tiras um cigarro do bolso e perguntas-me se tenho lume, sempre à entrada da porta que é mais romântico! Lembro-me dos filmes do James Dean, tens os gestos iguais. Deve ser por isso que não acho a situação ridícula.

Fico confusa, não sei o que fazer. Por fim resolvo procurar um isqueiro, daqueles inúmeros que costumo ter espalhados pela casa toda, não vá a luz faltar num dia qualquer em que esteja sozinha em casa e eu ficar às escuras.

Aprendi a ter medo do escuro contigo. É incrível como essas coisas se pegam!

Lembro-me que quando me abriste a porta de tua casa pela primeira vez. Fiquei uns minutos a olhar. P’ra casa, p’ro portão, p’ra ti ali especado, mais uma vez, a segurar no portão p’ra que entrasse. Por fim lá entrei. Primeiro a medo, sem saber como as coisas eram e como iriam ser. Apresentaste-me a tua gata, que por sinal gostou de mim, e foi ela que me mostrou onde era a porta de entrada.

Gostei das tuas superstições de entrada. Gostei do cheiro da tua casa. Gostei de me teres convidado a entrar e gostei mais ainda de ter tido a coragem de entrar, mais uma vez.

Depois reagi como se já tivesse ali estado muitas vezes numa qualquer vida anterior. Contigo ao meu lado deitado no sofá. Acendeste-me a lareira p’ra eu não morrer de frio e contaste-me muitas coisas que hoje preferia não saber.

Compreendo os teus medos, os teus receios e as tuas desilusões. Mas não te compreendo a ti.

A minha mãe é que dizia que eu gosto de coisas e homens difíceis… E como sempre a minha mãe tinha razão.

Não sei que pensar sobre o facto de ainda estares aí especado à porta de minha casa sem te conseguires decidir, enquanto eu me perco em divagações ilógicas. Será assim tão difícil pores um pé à frente do outro e dares mais um passo? Só mais um? Um de cada vez? Desculpa, mas não me apetece servir de canadiana e ajudar-te a andar. Desta vez tens de ser tu a decidir o que queres realmente fazer.

Começas a balbuciar qualquer coisa sobre não conseguires. É nesse exacto momento que percebo que eu é que nunca devia ter aberto a porta de minha casa. Apagas o cigarro no meu tapete e desculpas-te por isso. Mas mesmo assim continuas especado à porta de minha casa.

Estou com frio e cansada de estar de pé. Pergunto-te se queres um cobertor p’ra dormires aí no tapete. Sorris! Há quanto tempo não sorrias dessa maneira! Dizes que não. Que o tapete é muito pequeno p’ra ti e que o chão está frio. Mas continuas à porta de minha casa.

Digo-te que estou cansada e com frio, que não me apetece passar a noite ali assim. Dizes que a ti também não. Que tiveste um dia horrível, estás chateado com muitas coisas e que por isso resolveste vir falar comigo. Pergunto-te mais uma vez, e desta a última, se queres entrar. Ficas mudo e especado! Dizes que não sabes, que p’ra ti é difícil, que precisas de tempo.

Então digo-te que quando decidires voltes a tocar à campainha e talvez eu volte a abrir a porta de minha casa p’ra te receber. Até lá estarei cá dentro de porta fechada.

Não me apetece viver na indecisão, prefiro viver na solidão da tua ausência…



Escrito dia 23 de Fevereiro de 2006

O Vampiro...



Tinha os caninos afiados...

Devia-se ao treino que lhes dava mesmo sem querer. Passava a língua por eles e sentia-os cada vez mais pontiagudos.

Não sabia viver sem sugar a essência dos outros. Alimentava-se do melhor que havia neles. O âmago daqueles que viviam por perto era chupado sem que eles se apercebessem disso.

Fascinava-se por pessoas, acontecimentos e histórias. Vivia nesta profusão de sentimentos sem nunca se cansar. Alimentava-se daquilo que lhe davam e quando não se saciava o suficiente, roubava o que lhe fazia falta.

Eram as histórias o prato principal, depois disso utilizava os sentimentos como sobremesa e os risos como bebida que acompanhava o manjar.

Não tinha sentidos porque abdicara deles em prol dos sentidos dos outros. Por isso gostava tanto da essência.

Vivia como um Vampiro...

Vida social...



Volto a Lisboa no Domingo, com regresso previsto na Terça-feira.

Sei disto há menos de uma semana e ainda não disse nada a quase ninguém. Mas já vou com um convite para um almoço, outro para um jantar e ainda outro para um café.

Vidinha social agitada, a minha!!!

Incrível...



É incrível que ainda venhas ler o que eu escrevo...

Mas mais incrível ainda é que apesar de não consultares aí o marcador que te diz respeito, saberes exactamente quais são os posts que escrevo sobre e para ti...

E ainda mais incrível é ires à procura dos comentários que estão nesses posts...

E depois eu é que não tenho razão em pensar como penso...

Tudo bem...

Da aula...



A pedido de muitas famílias aqui vai um breve resumo da aula que tanto publicitei que ia dar. Não escrevi antes porque não me apeteceu ir à procura de um pc com net...


Então foi assim:

2 Gajos para um universo de cerca de 50 pessoas, ou seja, 48 gajas. Era esperado...

A sensação de dar uma aula a alguém que foi caloiro connosco, faz-nos sentir bastante mais velhas do que na realidade somos.

A roupa foi bastante normal, mas ouvi elogios de que estava muito bonita. Afinal de contas eu sou, não é? Senão não teria um blog! Ah! E não precisei de levar nenhum decote.

Correu bem, não houve grandes dúvidas, por isso posso dizer que as coisas foram bem explicadas e ouvi algumas exclamações de puro espanto sobre algumas coisas. Já deviam saber que eu só debito pérolas!

Não, não me enganei na Faculdade, embora tenha dado um pulinho às Físicas com a outra metade do meu cérebro para resolver alguns assuntos. Mas espécimes de arregalar a vista é que nem vê-las!

No geral correu bem, bastante bem. Quer dizer, não podia correr mal. A bem dizer, para se ser professor na minha faculdade é preciso ter como pré-requisito ser louco, e uma professora só sendo louca é que me convida a mim e à M. para ir dar uma aula lá. E só se nós ainda formos mais loucas que ela, é que vamos do Porto e de Leiria expor um trabalho maravilhoso que fizemos em Coimbra!

Com tanta loucura como é que podia ter corrido mal?!

Porque...



Porque é que sempre que te digo que gosto de ti, nunca me respondes da mesma forma?

Das coisas mais bonitas...



Há duas coisas que me disseste que nunca me esqueço e vão estar sempre presentes em mim.


Uma foi a vez em que me disseste que o mar estaria sempre à minha espera tal como tu...


A outra foi quando me disseste que querias fazer com que eu me sentisse amada...


Voltei a ter borboletas no estômago mais uma vez...

Dedução (I)Lógica...



Isto pode ser considerado uma adenda ao post Pessoas feias (e burras) não têm blogs...


Pessoas feias (e burras) não têm blogs.

Os meus amigos não têm blogs.

Eu sou a pessoa mais bonita e inteligente do meu grupo de amigos.


(Desculpem a parvoíce, mas o nervoso miudinho começa a produzir os seus efeitos!)

Dia 10 de Abril de 2007...



No dia 10 de Abril de 2007, o Amor morreu.

A Mágoa matou o Amor.

As causas de tal homicídio ainda não são conhecidas e prevê-se que a arma do crime tenham sido as Palavras. O hediondo crime ocorreu ás 5h10m da passada madrugada.

A Mágoa ainda não proferiu mais nenhuma declaração a respeito do sucedido e não são conhecidas quaisquer testemunhas do ocorrido.

Choremos pois...

Porque no dia 10 de Abril de 2007 o Amor morreu...

Cenas de gaja...



Humpfttttt!!!

Amanhã é o dia de ir dar a tal aula à faculdade. Não tenho grande nervoso miudinho. É sobre um trabalho que fiz, já apresentei a mesma coisa no ano passado e vou com a melhor amiga que além disso partilha o cérebro comigo!

O problema é outro. O que vestir???

Faculdade de gajas, com uma turma que deve ter 30 gajas e apenas 1 gajo, não sei... Daquelas que reparam em tudo. Eu sei, já estive do outro lado e sei o que pensamos sobre o assunto.

Se fossem gajos era fácil, um decote insinuante e estava feito. Corria bem de certeza. Agora assim? Não sei.

Acho que me vou enganar e vou dar a aula à faculdade de Engenharia...


P.S. Este post não tem jeitinho nenhum de existir nem de estar aqui, mas não me apetece escrever sobre mais nada...

Pessoas feias não têm blogs...



É engraçado como não há pessoas feias neste mundo bloguístico...

Somos todos altos, com a altura mínima para que sejamos desejáveis aos olhos de quem nos lê; magras/os o suficiente para que nos imaginem como gajas/os boas ou bons.

Somos giros ou giras, consoante os sexos, com um sinal ou uma cicatriz que até nos torna sexys em várias perspectivas. E isso faz de nós seres desejáveis a vários níveis, para quem tem o privilégio de privar connosco.

Temos os olhos da cor que os outros querem imaginar, podem ser verdes, azuis, castanhos, ou qualquer outra cor, consoante o gosto de cada leitor. O cabelo também tem a cor que os outros querem, preto, castanho, ruivo ou loiro. Se for mulher, preferencialmente loiro porque chama mais a atenção e preenche o protótipo de desejável, já se for homem, de preferência castanho porque encaixa melhor no perfil de macho latino.

Vestimos bem, seja em que circunstância for. Somos práticas/os por hábito, mas sempre sensuais e com savoir faire. Temos o cuidado de usar uma roupa mais adequada em certas ocasiões. Mulheres que escrevem em blogs usam vestidos em cerimónias e homens smoking. Os sapatos são sempre de marca italiana.

Somos simpáticos/as porque respondemos aos comentários de forma atenciosa e até nos dignamos a espreitar o blog de quem nos comenta, nem que seja para deixar um comentário de volta a agradecer o facto de nos terem visitado.

Temos um QI acima da média, porque escrevemos sobre assuntos da actualidade e sem erros, coisa que permite que nos classifiquem como homens/mulheres que têm um nível de cultura geral aceitável.

Além disso, como até colocamos umas coisas engraçadas no template do blog sabemos umas coisas de internet. As mulheres têm tendência para os contadores e os relógios; já os homens optam pelos mapas ou termómetros.

A música é indiferenciada para os sexos, mas sempre de bom gosto, de preferência clássica ou banda sonora de algum filme.

Também referimos o que lemos ou gostávamos de ter ido ver ao cinema. Aumenta a impressão intelectual que provocamos no leitor.

Falamos algumas vezes de viagens e das experiências marcantes das nossas vidas a nível pessoal e profissional. Não abrimos directamente o jogo e não dizemos o que fazemos, mas sabemos insinuar que ocupamos lugares importantes em organismos de poder.

A família é um assunto pouco usual. Somos seres independentes que preservamos a nossa liberdade e por isso esse tipo de afectos não é frequentemente referido no blog.

Enfim, somos o que quiserem que sejamos...

Aliás, o título deste post deveria ser Pessoas feias e burras não têm blogs...


Geografia Moderna...



Isto de se ter um contador no blog, permite coisas absolutamente fantásticas...

A minha mais recente ideia advinda do dito cujo, é capaz de revolucionar todo o sistema de ensino do país! Eu bem digo que sou uma estudiosa das ciências sociais e humanas e como tal, tudo o que eu penso é em prol do bem da humanidade, como já referi.

Portanto, o que aqui proponho é digno de ser analisado pelo Ministério da Educação e levado a Conselho de Ministros e Assembleia da República para posterior aprovação.

Tudo isto porque de vez em qaundo em aparecem uns acessos estranhos no blog, com umas siglas esquisitas de ligações de internet internacionais que eu desconheço. Que acabam em coisas estranhas a seguir ao ponto. Ou seja, em vez de ser .pt, é . qualquer coisa esquisita, que eu só identifico porque o contador de me diz de que país vem.

Por isso, a minha proposta é que se comece a ensinar estas coisas na escola, desde putos. Se falamos no conceito de aldeia global e coisa e tal, e se diz que vai haver choque tecnológico, há que começar a trabalhar neste sentido.

Ou seja: "Em vez de se ensinar coisas estranhas em Geografia, devia-se ensinar a canalha a identificar os países pelas ligações de internet." É esta a minha proposta!

Oram digam lá que não é bem pensado?!

Não entendo...



Nunca percebi porque é que há coelhinhos na Páscoa, se os coelhinhos não põem ovos e é típico haver ovos de Páscoa!

Cá para mim deve querer dizer apenas uma coisa:

Já que há coelhinho de Páscoa, na Páscoa devemos foder que nem coelhinhos!


P.S. É bem possível que seja mais uma das minhas teorias, mas ainda não me apercebi disso!

Um dia escrevi assim I - Aconteceu...



Aconteceu…

Ninguém pediu para que fosse assim, mas a verdade é que aconteceu. Ninguém pediu para que as coisas sequer acontecessem, mas assim foi.

Um dia numa página em branco, que encontraste num dos teus passeios solitários e longínquos, dos quais nunca pude participar, resolveste escrever uma história. A nossa…

Tão poucas linhas, tão curtas palavras. Tantas reticências que colocaste nela. Será que algum dia ainda terá um final feliz? Será que algum dia escreverás o seu final? Será?

Sopras as aparas do lápis com que escreves essa história. As mesmas aparas com que me desenhas nas tantas noites que passas acordado ao meu lado. Nas tantas noites em que eu durmo despida, embrulhada no cobertor em frente da lareira que adoro. A mesma que me acendeste no dia em que me abriste a porta da tua casa. Nas mesmas noites em que não dormes porque pensas demais. Nesses momentos em que contemplas a beleza, que só tu vês, quando eu durmo e sonho connosco, os dois.

Riscas e voltas a escrever. Riscas mais umas coisas e rescreves uns rabiscos estranhos que não consigo perceber. Parece que desenhas quando escreves…

Mexo-me com o calor da lareira que fazes questão de manter acesa só para mim. Só a chama da nossa paixão é que resolveste apagar. Também escreveste a água com que apagaste esse lume? Ou essa é apenas as gotas de suor que produzimos nas noites cálidas e quentes que nos unem aos dois sozinhos. Nas noites em que acendemos um fogo, não na lareira, mas dentro de nós os dois. Nas mesmas noites em que o oxigénio não chega sequer para nós os dois, quanto mais para manter um outro fogo aceso.

Entrelaças as palavras e os desenhos. Também de vez em quando dedilhas a guitarra, tal como dedilhas o meu corpo nessas noites. Cantas para eu adormecer, tal como me fizeram há muitos anos atrás, quando não imaginava sequer o que era o mundo, quanto mais que havia nele pessoas como tu…

Talvez estivesse escrito, muito antes de tu escreveres esta história de nós os dois, que eu e tu seríamos um só em algumas noites das nossas vidas. Talvez estivesse escrito que essa história apenas tinha uma página, porque tu teimaste em não escrever mais nada.

Mas o que deveria ter sido escrito muito antes disso tudo é que o mundo teima em virar essa página, quer tu ou eu queiramos ou não…



Escrito em 24 de Maio de 2006



Estudo puramente sociológico...



Viver no Norte, mesmo Norte, tem a vantagem de nos permitir fazer estudos sociológicos com população estrangeira, neste caso espanhóis. Os nuestros hermanos. Há falta de melhor é o que se arranja!

E além disso, permite também que esses estudos possam comparar a população portuguesa à população espanhola e retirar conclusões interessantes. Como todas as que eu tiro, mas enfim...

E vocês sabem que eu sou uma estudiosa das ciências sociais e humanas e só faço isto por um bem maior que vou permitir à sociedade em que vivo. Puro sacrifício, tenho a dizer! Mas tudo em prol do bem da comunidade...


Então cá vai:

Neste feriado resolvi apurar a minha visão e fazer um estudo sociológico-visual sobre os espécimes masculinos portugueses e espanhóis e os seus respectivos veículos motorizados. E cheguei à conclusão que de facto, meus caros, os portugueses têm razões para andarem deprimidos.

É que além de serem mais feios, também têm carros mais fracos.


Então vejamos:

Em cada 10 carros que passam, 9 são conduzidos por belíssimos espécimes masculinos com ar de de garanhões puros lusitanos, e desses 9, 9 são espanhóis. Ou seja, simplificando, os 9 condutores espanhóis de regalar a bela da vista, têm carros de alta cilindrada que impressionam um apreciador da bela máquina.

Portanto, o único carro que não pertence a esta categoria, é português, é fraco e velho e é conduzido por um exemplar rasco de espécime masculino. Assim que a modos de um bezerro, que nem a pónei chega.


Conclusão: Acho que por apenas 7km vou viver ali para o país do lado...


Aviso: O erro total da amostra constituída aleatoriamente por 20 carros com os quais me cruzei hoje à tarde cá no Norte, Norte é de 2%, para um grau de confiança de 95%.
A miopia dos meus olhos não está incluída nas variáveis parasitas.

Como saber que exageramos...



Fácil!!! Facílimo!!!

Façam como eu. Cheguem a casa, recebam um envelope da vossa operadora de telemóveis, no meu caso TMN e pensem: "Hum...Um envelope tão grande... Mais umas promoções...Deixa cá ver...".

Abram-no e comecem a ver uma montanha de folhas. Pensem na estranheza da situação. E depois percebam que são nada mais nada menos que 40 folhas do vosso extracto detalhado.

40!!!

Digam lá se é simples ou não, saber que exageramos na utilização do telemóvel?!

A ti...




Aprendi a aceitar a tua ausência. Não aprendi, vou aprendendo... Com o passar dos segundos, que se tornam em minutos, que passam a horas, que correm pelos dias. Não há meses para contar e anos ainda menos.

Não vou nunca aprender a desistir de ti porque sinto que fazemos parte da mesma coisa, seja ela qual for. Daquela coisa estranha e descabida que não faz sentido.

Mas aprendi que é possível pertencer-te de várias formas. E tu pertenceres-me a mim, dessa mesma forma que não faz e nunca fará sentido para ninguém. Apenas para nós os dois...

Lição n.º 2



Nunca me apaixonar pelas minhas presas.

(Des)Encontros...




Foi impossível encontrarmo-nos. Há tanta gente. O mundo é tão grande.

Os nossos caminhos são tão difíceis. Tudo está contra nós. Foi impossível encontrarmo-nos. Mas encontrámo-nos. Pela primeira vez. Contra todas as vezes que estivemos longe de nos conhecermos. E contra as vezes que nos cruzámos sem nos vermos, se é que alguma vez nos cruzámos. O que interessa isso agora? Contra todos os contras, encontrámo-nos.

E agora conhecemo-nos, partilhamos lágrimas e risos, amamos o bom e o menos bom de cada um. Porque é mais bonito conhecer as imperfeições do que embrulhá-las em ilusões. E as diferenças também são essenciais: é através delas que se estabelece a distância entre um e outro, sem a qual não pode haver amor. Quem ama alguém, ama por quem é. Eu amo alguém que me está sempre a lembrar quem ele é – e não a mim.




Roubado descaradamente daqui ...

Orgulhosa...




Fui convidada em conjunto com uma das minhas melhores amigas para ir dar uma aula à minha antiga Faculdade, em Coimbra.

O meu ego está tão inchado que ameaça sufocar os meus restantes órgãos...

Apetecia-me...



... Erva.

Dialectos da Ternura...



Yoo
Ela diz que me adora quando a noite vai a meio
Eu sinto-me melhor pessoa
Menos fraco, feio
Passa o dedo na rasta, com a mão bem suave
Encosta o lábio no ouvido e diz-me "Queres que a lave?"
Vamos
para o chuveiro, ela flui e com a água,
Lava-me a cabeça, a alma e qualquer resto de mágoa
Diz como é o amor e dá um certo calor na barriga
E consegue, quero sempre, sempre
Aquele nigga que lhe mete a rir rir
Quando eu lhe faço vir
Da terra até à lua mano, é sempre a subir
e somos grandes, gigantes com dez metros de altura
Falamos vinte línguas
Dialectos da Ternura,
Tipo...


Uh, uh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
Bebé


Água morna em pele quente, cor aberta não perfura
Minha alma já ‘tá nua, faço-lhe uma jura,
Jura para sempre teu,
Depois da noite volvida
Um segundo ao teu lado já preenche uma vida
O conceito de tempo não entra
Na sensação
Aquilo que vivemos esta gravado no coração
Segura
Na minha mão e continua a canção
É a melhor que já ouvi, reinventas-te a paixão
E ela diz que me adora quando o dia vai a meio
O copo passa de meio vazio para meio cheio
A palavra ganha vida e fala à minha frente
Sigo calmo atrás dela, deixo crescer a semente
E Diz-me


Uh, uh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
Bebé


Yeah Yeah!


Em cada beijo, há uma frase, em cada frase há um verso
Em cada verso há um lado do lado inverso
Uma história que ensombra a memória
Da leveza irrisória de uma conquista notória
Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei
Ao lado da rainha com que sempre sempre sonhei
Foi por isto que esperei em cada noite que amei
Ou pensei que amei, porque é agora que eu sei
A razão da palavra consagrada
Que tanta gente dá á toa, em troca de quase nada
Ela não ‘tá espantada, pelo contrário relaxada
Revê-se na expressão da expressão enamorada
E diz-me...

Uh, uh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
Bebé


Da Weasel

100...



... A mínima vontade de escrever.


Estranhamente...

Dia Bloguístico do Desafio - Parte II



Mais um desafio... Mais uma forma de poupar o cérebro a escrever outra coisa qualquer igualmente sem interesse...
A menina
June lançou-me outro desafio e eu até gosto de responder a estas coisas, em doses moderadas. Sim, que aviso já que nos próximos tempos não respondo a nada.
Então aqui vai:


7 coisas que faço bem:
Dançar - Volto a insistir neste ponto. Pronto! É verdade que eu danço bem, já me pediram aulas e tudo. Qualquer tipo de dança, desde o hip-hop até à dança do ventre. Deve ser por ser paixão.
Cozinhar - Confesso que quando quero sai bem. Se for feito para algo ou alguém em especial, fica de lamber os dedos e os cantos da boca.
Pintar as unhas - Ficam perfeitinhas, parecem que saíram de uma manicure profissional.
Dormir - Sou perita em dormir horas seguidas, enroladinha, no quentinho, em qualquer sítio, desde a cama a qualquer transporte público.
Coser botões - Ficam ali apertadinhos que nunca mais se soltam.
Fazer massagens - Aprendi quais são os pontos certos do organismo a serem tocados e as minhas massagens costumam correr bem.
Engonhar - Sou perita na arte de passar horas sem fazer nada de palpável.

7 coisas que não faço ou não sei fazer:
Esquiar - Não faço, nunca fiz e dificilmente farei. Nem sequer sou grande apreciadra de neve.
Comer caracóis - Enoja-me só o simples facto de pensar em comer aquelas coisas gosmentas.
Crochet - Não sei fazer e não tenho paciência para aprender essas coisas.
Pilotar um avião - Não sei fazer, mas adoraria pensar nisso.
Surpresas - Não consigo, sou sempre apanhada. Não resisto e acabo sempre por me descair.
Apagar fogos - Só costumo ser boa a acendê-los, geralmente na cozinha, mas por vezes nas outras pessoas também.
Diagnosticar eventuais avarias no carro - A última vez que fiz isto, achei que tinah pifado o sistema eléctrico do carro e afinal só tinha ficado sem bateria. Nada de grave...


7 coisas que me atraem no sexo oposto:

Olhos - São louca por olhos, perco-me eternidades a olhar para os olhos de alguém.
Rabo - Tem de ter um certo tamanho, para que assente lindamente nas calças.
Relógio - Caso exista, tem se saber escolhido com bom gosto.
Farda - Adoro ver um homem fardado. Marinha, exército, força aérea, estudante, médico, qualquer coisa serve...
Mãos - Têm de servir para muitas coisas, gosto delas cuidadas e com dedos longos e finos.
Sentido de humor - Tem de ser suficientemente perverso e insinuador, tipo o meu, caso contrário as piadas deixam de ter sentido.
Sensualidade - Se tiver aquele arzinho de FDP, é meia conquista na certa!

7 coisas que digo frequentemente:
LOL - Uso frequentemente esta expressão, via messenger, normalmente.
Medu - Normalmente associo-a às pessoas que convivem comigo.
In a middle of a crisis of existencialism - Serve para descrever todas as situações, principalmente o caos da minha vida.
Tu não existes, és fruto da minha imaginação - Esta já expliquei várias vezes.
É que só pode! - Serve de bengala para tudo, termina frases lindamente, de forma soberba.
Estás a ver isto? - Pergunta estúpida que utilizo com toda a gente.
Ah bom! - Como quem diz: Agora fazes de mim parva e eu finjo que entendi.


7 actores/actrizes:
Julia Roberts
George Clooney
Michelle Pfeiffer
Josh Holloway
Jude Law
Charlize Theron
Monica Bellucci

E mais uma vez não desafio ninguém, quer estiver ali na lista de links e ler isto faça o favor de responder.

A meu pedido, façam lá o jeitinho...

Dia Bloguístico do Desafio - Parte I

"A minha vida" by Windows Media Player







1 - Põe o Windows Media Player no modo aleatório.
2 - Carrega "seguinte" para cada pergunta.
3 - Usa o título da música como resposta a cada pergunta, mesmo que não faça sentido e SEM FAZER BATOTA!
4 - Com as respostas, dá os teus próprios comentários em relação às perguntas e às respostas.
5 - Publica os teus resultados e convida outras pessoas a responderem ao mesmo desafio.


A menina
Pitux desafiou-me e ao fim de algum tempo a arrastar isto, lá decidi responder ao desafio...
Afinal até deve ser engraçado ver o que dá e vocês saberem que coisas é que eu ando a ouvir ultimamente.
Era suposto eu convidar três pessoas a fazer o mesmo... Mas como não discrimino ninguém, os três primeiros comentadores de serviço ao post serão os três desafiados.
Que acham? A mim parece-me bem...

___________________________________________________________________


1 - Como te sentes hoje?

Melanie C. - Beautiful Intentions (Acho que sim, que hoje resolvi ser boazinha e só ter boas intenções. Afinal é Dia das Mentiras não é?)

2 - Vais ser alguém na vida?

Bob Sinclair - World Hold On (Parece que sim!!! Tanto que o próprio Mundo vai ter de parar comigo aqui...)

3 - Como os teus amigos te vêem?
Alanis Morissette - Crazy (Começo a acreditar nos poderes paranormais deste desafio! É que eles vêem-me mesmo assim!)

4 - Vais casar?
Moloko - Forever more (Pelo título diria que muitas vezes, pela letra diria que não. Que não vai haver ninguém para me amar ao ponto de eu querer casar com essa pessoa. Que se lixe! Não preciso de um papel assinado e os vestidos de noiva também não me assentam bem!)

5 - Qual é a música do teu melhor amigo?
Damien Rice - Cannonball (E que amigo deve ser...Daqueles a quem chamamos Bala de Canhão! Será pelo canhão? Ou a balas serão demasiado grandes? É hilariante!!!)

6 - Qual é a história da tua vida?
Eric Prydz - Call on me (Sim, basicamente estou sempre aqui quando precisam de mim. E se pelo meio sou toda boa e ando meia despida isso é apenas influência do videoclip!)

7 - Como é que foi a escola secundária?
Mary J. Blige - Hate Or Love It - The Game (Acho que variou muito entre estes dois sentimentos... Mas foi dos melhores jogos que joguei até hoje e ganhei!)

8 - Como é que podes ir adiante na vida?
Sergio Mendes ft. Black Eyed Peas - Mas que nada (Com muito ritmo na vida. E eu mexo-me bem, não se preocupem!)

9 - Qual é a melhor coisa nos teus amigos?
Simply Red - Perfect Love (Eu não digo que isto é que são uns amigo?! Deve ser o facto de eles me adorarem tal como sou...)

10 - O que é está "in" esta semana?
Lemon Ice - Stand By Me (Limonada está sempre "in", se for tomada na minha companhia é do mais chique que pode haver!)

11 - Descreve os teus avós.
Coldplay - Fix You (Acho que a missão dos avós que perdi deve ser essa, e como já perdi 3 deve querer dizer que estejam eles onde estiverem estão a tentar "consertar-me".)

12 - Como é a tua vida?
Elvis Presley - It's Now or Never (Acho que mais que a minha vida é a minha personalidade. Ou é quando eu quero ou não é nunca mais.)

13 - Que música vai tocar no teu funeral?
Fingertips - 'Cause To Love You (Eu não quero música no meu funeral!!! Mas se me recordarem desta forma pensarei que valerá a pena ter vivido.)

14 - Como é que o mundo te vê?
Paulo Gonzo - Jardins Proibidos (Acho que o Mundo me acha desejável, o que é bom. Afinal não é a puta da mania, é mesmo verdade! O mundo queria perder-se comigo... E que loucura seria!!! Privilégio de apenas alguns escolhidos. Temos pena...)

15 - Vais ter uma vida feliz?
Embrace - Gravity (Não faço a mínima! Parece que vou ter uma vida com os pés assentes na Terra e não vou parar de viver. Dizem eles...)

16 - O que é que os teus amigos REALMENTE pensam sobre ti?
James Morrison - Wonderful Worl (Que o mundo é um lugar mais bonito só porque eu estou nele? E que não saberiam viver sem mim? Isso é óbvio!!! Nem era preciso perguntar.)

17 - As pessoas têm inveja de ti?
Scissor Sister - I Don't Feel Like Dancing (Da minha maneira de dançar eu já sabia. De resto não sei. Talvez...)
18 - Como te podes fazer feliz?
Enya - Only Time (Esta tocou-me... É a música de alguém que já me fez muito feliz... E faria se ele quisesse... Ainda faria... E só o facto de ouvir esta música fez-me feliz... Simples...)

19 - Com que música farias um striptease?
The Pussycat Dolls- I Don't Need a Man (Quer dizer, fazer strip só para um homem ou um bando deles. Eu preciso de um homem para me despir. Só se for "I Don't Need a Man, Need a Bunch Of Them"!)

20 - Se um homem numa carrinha te oferecesse um doce, o que farias?
Nelly - Dilemma (Sim, seria o dilema de aceitar ou recusar... Dependia do doce, mas mais doce que eu seria difícil.)

21 - O que é a tua mãe pensa de ti?
U2 ft Mary J. Blige - One (Nada mais apropriado. Filha única, amor único. I'm the One in my mother's life.)

22 - Qual é o teu segredo mais escuro e profundo?
Roger Sanchez - Lost (Sim, sou fanática pela série e não quero que ninguém descubra. Aliás, eu perdi-me lá com aqueles meninos, mas eles só me libertaram porque eu prometi guardar segredo!)

23 - Qual é a música do teu inimigo mortal?
Bob Sinclair - Love Generation (Bem, um gajo que oiça isto no carro aos berros, comn os vidros abertos passa a ser meu inimigo mortal num ápice!)

24 - Como é a tua personalidade?
Gal Costa - Lanterna dos Afogados (Afoguei-me em sentidos... Também com 100 que se podia esperar? E se se afogarem comigo eu terei sempre uma lanterna.)

25 - Que música vai tocar no dia do teu casamento?
Ben Harper - Sexual Healing (É a preparação para a noite...)

1 de Abril...



Detesto o Dia das Mentiras...


Não compreendo o conceito! Não sei como é que passamos tanto tempo da nossa vida a tentar educar as pessoas para os valores da verdade, como desperdiçamos tantas energias a fazer entender os outros que detestamos mentiras, como tentamos desesperadamente fazer acreditar os outros que não mentimos, e depois resolvemos criar um dia específico em que dizemos que mentir é normal.

Será menos mentira trair alguém neste dia, apenas porque este é o dia das mentiras? E quando digo trair, pode ser qualquer outra coisa.

Juro que não compreendo, mas se houver por aí alguém que discorde de mim, faça o favor de me explicar o sentido desta coisa...

Espelho:

 Eu também já fui a pessoa que cortava amarras a direito e a frio.