Do que me choca...

O que me choca não é que a SIC tenha importado um formato tão rasco, quanto "O Momento da Verdade" ou coisa que o valha.

Nem me choca que após isso se tenha tido a triste ideia de criar um programa pseudo-psicanalítico que no dia seguinte analisa o primeiro pseudo-formato.

Posso até compreender que haja quem veja tais coisas. Embora a perda de tempo seja tamanha e podiam fazer coisas muito mais úteis (como bebés ou coisa que o valha!).

Posso até armar-me em adovgada do Diabo e dizer que aquilo terá poderes curativos, quando os concorrentes contam os seus desejos mais intímos, os segredos mais bem guardados e os recalcamentos profundos. Embora também ache que certas coisas deviam morrer com as pessoas. Mas tudo bem...

Agora o que me choca MESMO é ter que aturar uma conversa ao almoço em que 4 simpáticas cabeças do mais oco que possa haver, se ponham a analisar o dito programa na mesa ao lado da minha, enquanto eu (tento) almoçar.

É que não há paciência para os psiquiatras de algibeira que este país ajuda a criar...

8 comentários:

MissangaAzul disse...

Clap clap clap!
Apoiado!

Maria Manuela disse...

Porra

Prefiro comer uma sandes sentada num banco de jardim ou nas escadas de um prédio !!!

:D

Esplanando disse...

Compras uma sandes, um suminho e vais para um jardim almoçar! ;-)

Cat disse...

Um livro e uns phones. É o ideal para nos abstrairmos do que está à nossa volta, quando não se tem melhor companhia para almoçar!

Cruztáceo disse...

Subscrevo.E estará esquecido o Big Brother? O falatório fútil, banal, vulgar, ordinário, absurdo e ridículo à volta disso?!...

nuno medon disse...

olá! lol....estiveste bem! Concordo plenamente contigo! beijos e um bom fim de semana!

Girstie disse...

Esse programa é estranho e ainda nao percebi o interesse daquilo. Para ver e sequer comentar.

Luzia disse...

E quanto mais excabroso for o caso melhor, porque se alguma vez acontecer de não terem nada pra falar, vão perceber o quanto as suas vidas são insignificantes...

Espelho:

 Eu também já fui a pessoa que cortava amarras a direito e a frio.