É com alguma surpresa

Que constato que se pedirmos às pessoas para se apresentarem, a grande maioria delas se define pela profissão que tem e pela escolaridade que auferiu.

Poucos são aquelas que se definem pelo que gostam, o que as apaixona e que sonhos têm.

Dá-me que pensar...

1 comentário:

Calíope disse...

Fiquei a pensar nisto no outro dia quando li o post... É estranho mas é verdade. Há tanto para além de um rótulo de uma profissão, especialmente quando são aqueles rótulos semi-vazios "Product Manager", "Quality Control Jr.", "Team Leader"... E aqui no meu meio, troca-se as habilitações pela nacionalidade.

Espelho:

 Eu também já fui a pessoa que cortava amarras a direito e a frio.