Primeiro foi o acidente de mota que aconteceu pouco antes de eu regressar a casa vinda das compras do supermercado onde raramente vou, porque o meu supermercado habitual está em obras.
Depois foram os meus vizinhos que me apanharam numa quase emboscada para resolvermos peobelmas do condomínio do prédio já eu estava atrasada para ir buscar.o puto à escola. Consegui resolver a coisa concordando que na impossibilidade de resolvermos isso em reunião avançaremos para tribunal.
Quando finalmente apanhei o puto já para lá da hora, enfrentei uma choradeira na padaria porque não havia pão quentinho como ele gosta de comer. Resolveu-se com um queque porque ele tinha fome e era o que queria desde início.
De seguida a meio da brincadeira o queque cai no chão e o drama regressa exponenciado ao quadrado. Quando finalmente consigo acalmá-lo, bato de frente com uma mãe aos gritos na rua porque o filho lhe tinha fugido e ela não sabia dele. Respirro fundo, acalmo-a e ligo para a PSP. Enquanto lhe digo os próximos passos, o filho lá aparece e nisto ligo novamente à PSP a avisar da atualização.
Quando respiro fundo e chego a casa sinto que fui atingida por um furacão de stress e dou-me palmadinhas nas costas porque consegui gerir tudo sem perder a cabeça.
Desejos: uma semana de férias sozinha sem pessoas à volta! Ou então um novo confinamento também não calhava mal...
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